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Bom dia, bom, Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar. Começa assim a Cantata
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da Paz Sophia de Mello Breyner. Vêmos ouvimos e lemos, não podemos ignorar! É um apelo à acão, mas
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sobretudo à reação. É uma crítica a quem olha para os problemas coletivos com o
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egoísmo de um encolher de ombro. Eu hoje quero incomodar, porque posso falar sobre uma
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coisa, que é uma coisa que os meus amigos eu falo muito mais. E nunca tiverem tanto
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certa informação como tem hoje. Acompanhando pandemias de ano e meio a um inútil entre
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a expulsão de uma bomba e a expulsão de um clipe sobre essa bomba, que também temos
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acabado bem. Dependem-nos de tal e de muitas vertigem e játicas. Gamem-nos em dois, com
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tudo aquilo que contrata a nossa volta e o que quer a nossa reação. A informação
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permite-nos de alguns policiais, determinações, distoídios, índios, como uma geração
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estressada, em ideias de chegar aos álbuns próprios de problema. Queremos ir à toda.
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Vemos, ouvimos e lemos, não podemos melhorar. Já tanta coisa, pra ver, ouvir e noer. E acabamos
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de fazer aquilo que é preciso ao trazer a uma pessoa que se preocupa contrai de um
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coisa e pra ela que trabalha, come e dorma. Falamos sobre as coisas mais especiais.
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Vemos ensinar, muitas vezes, mas muito identificados. E eu acho que esse é só uma ótima forma
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de chamar alguém contra problema. Então, e já foram muitas vezes sassilhos de mudança.
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Mas são também tantas vezes a forma mais cómoda de fazer alguma coisa, de dizer aos outros
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que nós vemos, ouvimos, lemos e não ignoramos.
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Tornarmos na válvula de cá. Passamos a transformar nossas ações e nossas angústias
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em que sempre o sol se continua, que vamos colocar no buraco de outras pessoas. E eu não vou
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dizer que esse é só uma forma de acertar até que não acredito nisso. Eu uso muito e continuarei
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a usá-la. São ótimos também. Mas eu ouvindo aquela frase, ao menos é um ótimo certo, mas um
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peço inúmero. É um peço inúmero, mas é um peço inúmero, até do qual eu também
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já cheio em uma santa-feira. Por isso, vamos falar hoje do que é que podemos fazer pra
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além de instalar todos os problemas. Se o dia não se correu, vemos, ouvimos e lemos.
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Temos que falar sobre isso, porque não podemos ignorar. E não ignorar é tudo que não fica
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simples. Significa que eu decido em fecho uma solução para um problema.
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Isso das perguntas. Não estou a fazer um peço. Quem sou eu, na pequena, da minha vida,
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tanto de um peço a feita, sou o grande problema que o país ou do mundo. E outro que eu queria
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ficar aqui dá-se em frente de todas as pessoas, meninas como nós, que acabaram de morar no mundo.
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Mas eu não gosto que a minha direcção não diga muito pra cara, como eu posso dizer,
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quando tenta morar no mundo e você vê que tenta fazer nada. Mas pra nada é que não
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tem que ser a malala ou a greta, não tem que ser fiais e únicos, não temos que ficar
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à nossa vida por uma causa, não temos que ser todos nós, no mundo global.
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É um lugar para poder ser todos os mesmos inconsistentes, as mesmas motivações,
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as mesmas possibilidades. E por outro lado, então, tem que ser todos os mesmos tempos,
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que nos tentam aguentes mesmos do tribilético. Por exemplo, eu não quis muito trabalhar e
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precisar ao mesmo tempo, como a Vanessa. Eu quis ter dificuldade, quis ir com os meus pais que me
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deitaram, por exemplo, na parte das vezes, no encargo a ter a dificuldade. Hoje, tenho
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trabalho, tenho conforto, não tenho dificuldade de ir, ainda, nem de parentes. E tenho um tempo,
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tempo de dificuldade para me indicar a causa que nos ajudavam, a causa com o que eu me preocupava,
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de uma formação política, que a gente precisa de um teste nacional.
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Se eu vou em primeiro lugar porque podia, esse é um dos meus grandes tribilétricos,
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tenho outros, e não os orgões de nenhum deus porque não os conheço, mas eles tragam uma
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responsabilidade. Eu sou responsável pela escolha, pela forma de escolher o empregado,
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o meu tempo, o meu tribilético. E eu não tenho de vocês que me ouvem,
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aqui no tribilético meu tempo, mas a verdade é que não é preciso de um momento para ter
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esse pouco de tempo. E quando temos tempo, quando temos paixões, quando temos preocupações,
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e quando temos verdadeiramente um tempo em não ignorar o que temos, ouvir o que lemos,
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então há muito, muito que podemos fazer.
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E a primeira coisa que temos de ver é que não podemos fazer tudo.
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Podemos comportar-o como as coisas, mas não podemos verdadeiramente indicar-nos a
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fotografia das aulas. É tão uma dificuldade simplificada,
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originada pelas horas de um dia, pelas forças de um corpo.
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Vemos, ouvimos e lemos e depois temos de escolher.
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Só para ficarmos presos a algum dia de um esperto muito importante.
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E por isso, perguntem, o que é que vos apaixões? O talento e a capacidade é que vocês tenham
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e que podem empregar uma causa. E depois escolham a liberdade, que é muito importante
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escolherem a liberdade. Não tem muito que estar sem problemas, sem problemas que merecem
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o nosso tempo, a nossa atenção. E vai sempre haver uma vez em que sempre um problema
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mais importante, o que Deus nos preocupa. E a forma, e a pobreza, e a discriminação,
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e a violência. Mas a verdade que nenhuma causa é uma
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causa que ele é para o nosso tempo. O que é o nosso tempo? É a nossa escolha.
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E o que escolha? O essencial é, verdadeiramente, não pensar em isso,
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mas sobre problemas com um único modo. Por isso eu gostava de estar trabalhando,
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procurando a sua vida. Tenho prioridade no tempo de lê-los, ovam e vê-los.
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Então, tenho uma responsabilidade para o que precisa, para procurar desluzar o que
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mora no mundo virtual. Por isso, abracei a possibilidade de não
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resolver problemas nenhum. Não se negue nela, mas abracei o que é menos
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provado ao que quis, ao que foi procurado. Eu acredito que só vale a pena procurar
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para mudar isso. Só vale o problema de uma vez em todas.
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E no final acabamos de procurar apenas uma ideia de uma única pessoa.
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Fiquei como de nós para viver no impacto que isso pode ter.
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A luz que muda o mundo, entre nós, talvez sim, provadalmente não.
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Mas quantos grandes movimentos, de dança, não pensaram com uma pessoa incomodada,
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como a mulher, porque todos fizeram um lugar no autocarpo.
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Um homem que se espanhou durante o milho.
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Quem sabe, se alguém estarmos, não estamos nós a ser pacimentos,
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para uma pessoa, para um movimento, para gerar o que mudasse.
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É importante pensar.
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E é importante pensar que essa paixão é contagiosa.
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Quando alguém faça uma coisa, o autocarpo está apaixonado e pega, e nossa.
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E a ação é contagiosa. Vê-te a dizer que empurram.
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E eu fui porque é tão importante nos darmos um exemplo com sangue.
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Tem que ficar já. Não tem que conseguir mudar o mundo.
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Que é só essa questão. Mas temos que pensar.
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Quem sabe se vão ser nós a inspirar, a grandes mudanças,
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grandes intensos mudanças para o caso de nós sermos nós?
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A cantar para dar paz, o mínimo é assim.
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Nada pode apagar o conceito diferente.
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O nosso tempo é acabo organizado.
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O nosso tempo é acabo organizado.
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Quando temos, ouvimos, lembramos e ignoramos.
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O que acabo organizado no nosso tempo é aquela maldade que temos entre todos.
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Aparece o ar que ignora, o incluir de ombro.
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A ideia de si, individualmente, não temos nada a fazer.
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O que culpa do que é responsabilidade de todos não é de ninguém.
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É esse o caso organizado.
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E o que acaba de estar uma nota importante
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é que eu não aceito cada responsabilidade política.
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A responsabilidade integral para a China de indivíduo.
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Há coisas que esperem-lhes a um local.
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Nós devemos comprar negativas que colocam as grandes gans,
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as grandes culpas, as grandes confções nos ombros indivíduos.
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Porque, muito agamente, não está apenas nas nossas mãos,
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para ver se problema se perturbe-me para a falta climática,
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para a pobreza.
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Mas é que, visto que nós temos um papel a conferir,
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indivíduo, ao mesmo tempo.
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Existemos a capacidade para ter agentes mudantes,
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para organizar, instigar, destacar.
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E que também está nas nossas mãos.
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Há nas nossas mãos ver, ouvir e se comer.
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E que está nas nossas mãos fazer o que ela é falar.
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Dizem que como a geração fez o escudo.
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A geração minimina.
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São ganhadas.
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Nós somos a geração mais verde e mais bocada de cento.
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Como a geração com menos igualdade entre homem e mulher.
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Mais universal de luz.
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Mais consciente de igualdade, de discriminação,
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de insistência e de tantos químicos que temos para andar.
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Nós temos a descer sobre tudo a geração incomodada.
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Incomodada com salários baixos, com rendas altas,
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com uma forma muito vírgula.
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Incomodados por ser tão difícil que ela liga a vida de nosso pai.
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Incomodados por ser um desafio para o país,
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para instalá-lo ambiental.
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Precisamos ser incomodados.
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Somos a primeira geração de centro,
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para ter todos os problemas do mundo
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para entrar no seu ouvinte e do seu toito,
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a toda hora.
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E corrimos por isso.
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Por causa disso, por causa de uma geração de momento.
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A gente passa a nossa volta.
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Porque é tanta coisa.
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Porque é demais.
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A hora que pudemos falar sobre os problemas mais especiais,
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mas não cega.
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Precisamos muito incomodar.
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Precisamos dar força às questões,
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a criticar a ONP,
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juntando-nos e os criando.
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Dando-nos tempo.
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Porque precisamos muito invadir.
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Precisamos criar grupos de vácuos,
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estruturas, depois de ação de protestas.
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Precisamos entrar aqui, não para dividir,
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para perguntar mais pessoas.
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Tenham questões de problemas.
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Precisamos publicar.
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Temos muito incomodar.
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Precisamos ter um motor da sociedade que impio.
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Temos a ter esse comportado pessoal.
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Precisamos incirmar.
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Mas precisamos também fazer mais.
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Precisamos muito incomodar.
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Precisamos incomodar os outros.
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O comportado é que ter tempo
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é um tipo de leite,
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um tipo de circunstância que se nos impone.
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Sim.
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Mas também com esse comportamento.
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Sim.
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Também com esse comportamento.
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Não concordem ao vosso de leite.
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Não os creditem só com vosso.
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Temos também quem não tem.
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Último.
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Para nos incomodarem,
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para compreenderem e construir
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mais de uns modos.
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Um deus para atacar os problemas
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que incomodam a nossa comunidade.
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Um deus para incomodar os outros.
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Inscriven-me.
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Nesse comportamento.
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Mas organizem-se.
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Incomodem-se e viajam.
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Limitem-se.
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Vemos os íons e menos.
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Não podemos ignorar.
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Também como
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postavas.
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Não os credem só com isso.
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Porque uma sociedade melhor,
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mais forte, mais solidária,
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mais justa,
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também está nas nossas mãos.
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É a nossa responsabilidade.
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Obrigado.
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Obrigado.