3 Milhões de Nós
0:00 Bom dia, bom, Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar. Começa assim a Cantata
0:20 da Paz Sophia de Mello Breyner. Vêmos ouvimos e lemos, não podemos ignorar! É um apelo à acão, mas
0:28 sobretudo à reação. É uma crítica a quem olha para os problemas coletivos com o
0:36 egoísmo de um encolher de ombro. Eu hoje quero incomodar, porque posso falar sobre uma
0:43 coisa, que é uma coisa que os meus amigos eu falo muito mais. E nunca tiverem tanto
0:53 certa informação como tem hoje. Acompanhando pandemias de ano e meio a um inútil entre
1:00 a expulsão de uma bomba e a expulsão de um clipe sobre essa bomba, que também temos
1:06 acabado bem. Dependem-nos de tal e de muitas vertigem e játicas. Gamem-nos em dois, com
1:14 tudo aquilo que contrata a nossa volta e o que quer a nossa reação. A informação
1:20 permite-nos de alguns policiais, determinações, distoídios, índios, como uma geração
1:28 estressada, em ideias de chegar aos álbuns próprios de problema. Queremos ir à toda.
1:35 Vemos, ouvimos e lemos, não podemos melhorar. Já tanta coisa, pra ver, ouvir e noer. E acabamos
1:43 de fazer aquilo que é preciso ao trazer a uma pessoa que se preocupa contrai de um
1:48 coisa e pra ela que trabalha, come e dorma. Falamos sobre as coisas mais especiais.
1:56 Vemos ensinar, muitas vezes, mas muito identificados. E eu acho que esse é só uma ótima forma
2:05 de chamar alguém contra problema. Então, e já foram muitas vezes sassilhos de mudança.
2:11 Mas são também tantas vezes a forma mais cómoda de fazer alguma coisa, de dizer aos outros
2:18 que nós vemos, ouvimos, lemos e não ignoramos.
2:23 Tornarmos na válvula de cá. Passamos a transformar nossas ações e nossas angústias
2:29 em que sempre o sol se continua, que vamos colocar no buraco de outras pessoas. E eu não vou
2:35 dizer que esse é só uma forma de acertar até que não acredito nisso. Eu uso muito e continuarei
2:41 a usá-la. São ótimos também. Mas eu ouvindo aquela frase, ao menos é um ótimo certo, mas um
2:48 peço inúmero. É um peço inúmero, mas é um peço inúmero, até do qual eu também
2:56 já cheio em uma santa-feira. Por isso, vamos falar hoje do que é que podemos fazer pra
3:02 além de instalar todos os problemas. Se o dia não se correu, vemos, ouvimos e lemos.
3:09 Temos que falar sobre isso, porque não podemos ignorar. E não ignorar é tudo que não fica
3:17 simples. Significa que eu decido em fecho uma solução para um problema.
3:23 Isso das perguntas. Não estou a fazer um peço. Quem sou eu, na pequena, da minha vida,
3:29 tanto de um peço a feita, sou o grande problema que o país ou do mundo. E outro que eu queria
3:36 ficar aqui dá-se em frente de todas as pessoas, meninas como nós, que acabaram de morar no mundo.
3:43 Mas eu não gosto que a minha direcção não diga muito pra cara, como eu posso dizer,
3:47 quando tenta morar no mundo e você vê que tenta fazer nada. Mas pra nada é que não
3:52 tem que ser a malala ou a greta, não tem que ser fiais e únicos, não temos que ficar
4:00 à nossa vida por uma causa, não temos que ser todos nós, no mundo global.
4:07 É um lugar para poder ser todos os mesmos inconsistentes, as mesmas motivações,
4:11 as mesmas possibilidades. E por outro lado, então, tem que ser todos os mesmos tempos,
4:19 que nos tentam aguentes mesmos do tribilético. Por exemplo, eu não quis muito trabalhar e
4:24 precisar ao mesmo tempo, como a Vanessa. Eu quis ter dificuldade, quis ir com os meus pais que me
4:32 deitaram, por exemplo, na parte das vezes, no encargo a ter a dificuldade. Hoje, tenho
4:37 trabalho, tenho conforto, não tenho dificuldade de ir, ainda, nem de parentes. E tenho um tempo,
4:46 tempo de dificuldade para me indicar a causa que nos ajudavam, a causa com o que eu me preocupava,
4:53 de uma formação política, que a gente precisa de um teste nacional.
4:57 Se eu vou em primeiro lugar porque podia, esse é um dos meus grandes tribilétricos,
5:03 tenho outros, e não os orgões de nenhum deus porque não os conheço, mas eles tragam uma
5:09 responsabilidade. Eu sou responsável pela escolha, pela forma de escolher o empregado,
5:15 o meu tempo, o meu tribilético. E eu não tenho de vocês que me ouvem,
5:21 aqui no tribilético meu tempo, mas a verdade é que não é preciso de um momento para ter
5:27 esse pouco de tempo. E quando temos tempo, quando temos paixões, quando temos preocupações,
5:35 e quando temos verdadeiramente um tempo em não ignorar o que temos, ouvir o que lemos,
5:41 então há muito, muito que podemos fazer.
5:44 E a primeira coisa que temos de ver é que não podemos fazer tudo.
5:50 Podemos comportar-o como as coisas, mas não podemos verdadeiramente indicar-nos a
5:57 fotografia das aulas. É tão uma dificuldade simplificada,
6:00 originada pelas horas de um dia, pelas forças de um corpo.
6:04 Vemos, ouvimos e lemos e depois temos de escolher.
6:10 Só para ficarmos presos a algum dia de um esperto muito importante.
6:14 E por isso, perguntem, o que é que vos apaixões? O talento e a capacidade é que vocês tenham
6:22 e que podem empregar uma causa. E depois escolham a liberdade, que é muito importante
6:29 escolherem a liberdade. Não tem muito que estar sem problemas, sem problemas que merecem
6:34 o nosso tempo, a nossa atenção. E vai sempre haver uma vez em que sempre um problema
6:39 mais importante, o que Deus nos preocupa. E a forma, e a pobreza, e a discriminação,
6:45 e a violência. Mas a verdade que nenhuma causa é uma
6:49 causa que ele é para o nosso tempo. O que é o nosso tempo? É a nossa escolha.
6:54 E o que escolha? O essencial é, verdadeiramente, não pensar em isso,
6:59 mas sobre problemas com um único modo. Por isso eu gostava de estar trabalhando,
7:05 procurando a sua vida. Tenho prioridade no tempo de lê-los, ovam e vê-los.
7:12 Então, tenho uma responsabilidade para o que precisa, para procurar desluzar o que
7:17 mora no mundo virtual. Por isso, abracei a possibilidade de não
7:25 resolver problemas nenhum. Não se negue nela, mas abracei o que é menos
7:30 provado ao que quis, ao que foi procurado. Eu acredito que só vale a pena procurar
7:35 para mudar isso. Só vale o problema de uma vez em todas.
7:39 E no final acabamos de procurar apenas uma ideia de uma única pessoa.
7:43 Fiquei como de nós para viver no impacto que isso pode ter.
7:47 A luz que muda o mundo, entre nós, talvez sim, provadalmente não.
7:54 Mas quantos grandes movimentos, de dança, não pensaram com uma pessoa incomodada,
8:01 como a mulher, porque todos fizeram um lugar no autocarpo.
8:06 Um homem que se espanhou durante o milho.
8:10 Quem sabe, se alguém estarmos, não estamos nós a ser pacimentos,
8:16 para uma pessoa, para um movimento, para gerar o que mudasse.
8:19 É importante pensar.
8:22 E é importante pensar que essa paixão é contagiosa.
8:25 Quando alguém faça uma coisa, o autocarpo está apaixonado e pega, e nossa.
8:31 E a ação é contagiosa. Vê-te a dizer que empurram.
8:35 E eu fui porque é tão importante nos darmos um exemplo com sangue.
8:39 Tem que ficar já. Não tem que conseguir mudar o mundo.
8:43 Que é só essa questão. Mas temos que pensar.
8:46 Quem sabe se vão ser nós a inspirar, a grandes mudanças,
8:50 grandes intensos mudanças para o caso de nós sermos nós?
8:54 A cantar para dar paz, o mínimo é assim.
8:58 Nada pode apagar o conceito diferente.
9:02 O nosso tempo é acabo organizado.
9:06 O nosso tempo é acabo organizado.
9:10 Quando temos, ouvimos, lembramos e ignoramos.
9:15 O que acabo organizado no nosso tempo é aquela maldade que temos entre todos.
9:21 Aparece o ar que ignora, o incluir de ombro.
9:25 A ideia de si, individualmente, não temos nada a fazer.
9:30 O que culpa do que é responsabilidade de todos não é de ninguém.
9:34 É esse o caso organizado.
9:39 E o que acaba de estar uma nota importante
9:43 é que eu não aceito cada responsabilidade política.
9:47 A responsabilidade integral para a China de indivíduo.
9:51 Há coisas que esperem-lhes a um local.
9:53 Nós devemos comprar negativas que colocam as grandes gans,
9:57 as grandes culpas, as grandes confções nos ombros indivíduos.
10:01 Porque, muito agamente, não está apenas nas nossas mãos,
10:05 para ver se problema se perturbe-me para a falta climática,
10:09 para a pobreza.
10:11 Mas é que, visto que nós temos um papel a conferir,
10:13 indivíduo, ao mesmo tempo.
10:15 Existemos a capacidade para ter agentes mudantes,
10:17 para organizar, instigar, destacar.
10:21 E que também está nas nossas mãos.
10:23 Há nas nossas mãos ver, ouvir e se comer.
10:27 E que está nas nossas mãos fazer o que ela é falar.
10:31 Dizem que como a geração fez o escudo.
10:35 A geração minimina.
10:37 São ganhadas.
10:39 Nós somos a geração mais verde e mais bocada de cento.
10:45 Como a geração com menos igualdade entre homem e mulher.
10:49 Mais universal de luz.
10:51 Mais consciente de igualdade, de discriminação,
10:55 de insistência e de tantos químicos que temos para andar.
10:59 Nós temos a descer sobre tudo a geração incomodada.
11:05 Incomodada com salários baixos, com rendas altas,
11:09 com uma forma muito vírgula.
11:11 Incomodados por ser tão difícil que ela liga a vida de nosso pai.
11:17 Incomodados por ser um desafio para o país,
11:21 para instalá-lo ambiental.
11:23 Precisamos ser incomodados.
11:25 Somos a primeira geração de centro,
11:27 para ter todos os problemas do mundo
11:29 para entrar no seu ouvinte e do seu toito,
11:31 a toda hora.
11:33 E corrimos por isso.
11:35 Por causa disso, por causa de uma geração de momento.
11:37 A gente passa a nossa volta.
11:39 Porque é tanta coisa.
11:41 Porque é demais.
11:47 A hora que pudemos falar sobre os problemas mais especiais,
11:51 mas não cega.
11:53 Precisamos muito incomodar.
11:55 Precisamos dar força às questões,
11:59 a criticar a ONP,
12:01 juntando-nos e os criando.
12:03 Dando-nos tempo.
12:05 Porque precisamos muito invadir.
12:07 Precisamos criar grupos de vácuos,
12:11 estruturas, depois de ação de protestas.
12:15 Precisamos entrar aqui, não para dividir,
12:17 para perguntar mais pessoas.
12:19 Tenham questões de problemas.
12:21 Precisamos publicar.
12:23 Temos muito incomodar.
12:25 Precisamos ter um motor da sociedade que impio.
12:27 Temos a ter esse comportado pessoal.
12:29 Precisamos incirmar.
12:31 Mas precisamos também fazer mais.
12:33 Precisamos muito incomodar.
12:35 Precisamos incomodar os outros.
12:37 O comportado é que ter tempo
12:39 é um tipo de leite,
12:41 um tipo de circunstância que se nos impone.
12:43 Sim.
12:45 Mas também com esse comportamento.
12:47 Sim.
12:49 Também com esse comportamento.
12:51 Não concordem ao vosso de leite.
12:55 Não os creditem só com vosso.
12:57 Temos também quem não tem.
12:59 Último.
13:01 Para nos incomodarem,
13:03 para compreenderem e construir
13:05 mais de uns modos.
13:07 Um deus para atacar os problemas
13:09 que incomodam a nossa comunidade.
13:11 Um deus para incomodar os outros.
13:13 Inscriven-me.
13:15 Nesse comportamento.
13:17 Mas organizem-se.
13:19 Incomodem-se e viajam.
13:21 Limitem-se.
13:23 Vemos os íons e menos.
13:25 Não podemos ignorar.
13:27 Também como
13:29 postavas.
13:31 Não os credem só com isso.
13:33 Porque uma sociedade melhor,
13:35 mais forte, mais solidária,
13:37 mais justa,
13:39 também está nas nossas mãos.
13:41 É a nossa responsabilidade.
13:43 Obrigado.
13:47 Obrigado.

A minha capacidade - João Marecos

Descrição

João Marecos traz uma palestra poderosa que desafia os jovens a não ignorar os problemas sociais à sua volta. Com um discurso envolvente, inspira a audiência a agir e a assumir a responsabilidade pela mudança.

Resumo

Na sua palestra, João Marecos aborda a importância da consciência social e da responsabilidade individual no contexto atual, sublinhando que não podemos olhar para os problemas coletivos de forma egoísta. Ele critica a passividade diante das injustiças e enfatiza a necessidade de agir. A mensagem central é que cada um de nós tem um papel a desempenhar na transformação da sociedade, independentemente do tamanho da nossa intervenção. Marecos incentiva os jovens a identificar as suas paixões e talentos para que possam empregar esses recursos em causas que realmente importam.

Marecos também fala sobre a pressão e as expectativas que a sua geração enfrenta, mas lembra que é necessário encontrar um equilíbrio entre a vida pessoal e o ativismo. Ele alerta que não podemos fazer tudo, mas devemos selecionar as causas que realmente ressoam connosco e dedicar o nosso tempo e atenção a elas. Além disso, menciona a importância de criar comunidades e movimentos que fomentem a mudança social, implorando aos jovens para não se contentarem em ser meros espectadores.

Por fim, Marecos conclui que o futuro está nas mãos da nova geração. Ao convocar a ação e a reflexão, ele desafia todos a se incomodarem com as injustiças e a lutarem por um mundo melhor. A ideia de que a ação e a paixão são contagiosas permeia a sua mensagem, sublinhando que devemos ser a mudança que desejamos ver.

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