0:00
Olá, boa tarde! É ótimo ter 26 anos outra vez!
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Então olha, eu acho muito engraçado porque ainda há muito pouco tempo, ainda há cerca
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de 40 anos, estava à colheita mesmo na aula máxima, no princípio do meu cursinho de
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cinema, para tocar acordeon, que é uma coisa que eu toco no primeiro canal que tivemos.
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Então, lá a colheita mesmo estava gravando a altura e agora já passaram 20 anos.
0:33
Exato, eu sou, honestamente, a guardadora mais velha de todas.
0:39
Estou a convidar mais velha, porque já há 20 anos não gosto.
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Mas, eu acho que me convidaram, que é o primeiro que me convidaram que fui, porque eu sou de
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cada casa, e eu fui uma guardadora que só sou eu.
0:51
Então, primeiro a aula, depois a colheita.
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Mas, eu também quero que me convidaram, porque eu posso ter um caminho, e que eu posso poder
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vencer daqui a 50 ou 40 anos.
1:02
Porque eu faço, há 50 ou 40 anos, que não me viva, do jeito possível, com a maior parte
1:08
dos que estão aqui, no lado da minha rua, que não me viva do jeito fácil, com esse
1:15
grau cultural, com aquele decoradinhamento.
1:18
E, mais ou menos, estou do horizonte.
1:21
Estou escutando.
1:22
E, portanto, quando eu quero escolher, escolho o que é que sou, e que é que eu quero confortar-me.
1:31
Viram?
1:32
Por um lado, eu não lhe disse que a minha arte não é sobre conceitos, mas é sobre
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um universo.
1:38
Sobre os meus sonhos e sobre as minhas curiosidades.
1:42
E eu, primeiro, quis um pergunto por vós.
1:44
Porque eu não gosto, assim, de falar com tantos exemplos de mim.
1:48
Mas, faço o que eu prefiro fazer.
1:51
E faço o que eu prefiro fazer.
1:54
Eu passei lá.
1:56
Quando a vida me era muito fácil.
1:58
Tinha muito sorte.
2:00
Era algo simples.
2:02
E ainda não tinha passado por bastante sofrimento.
2:06
Tinha sonhos.
2:08
E não tenho, curiosamente.
2:10
E quero, especialmente, ter uma família purista.
2:15
E, naturalmente, mudar o mundo.
2:18
Mudar o mundo, no meu caso, porque, claro, combatendo a injustiça e aliviando o sofrimento.
2:29
E, com esse objetivo de mudar o mundo, comecei a organizar a minha vida profissional.
2:36
Comecei a pensar.
2:38
Eu tinha essa curiosidade no estudo.
2:40
Também não tinha razão de não ter.
2:42
Não tinha essa curiosidade na minha vida.
2:44
Que, na minha vida, causa alguma perigosa.
2:46
Ela é a primeira coisa que mais causa.
2:48
E, portanto, portanto, posso descobrir o custo.
2:52
E, naturalmente, eu pensei que o custo mais genial
2:56
para descobrir o custo pessoal,
2:58
para compreender qual é o seu sentimento,
3:00
é o custo física.
3:02
E o custo físico se destina,
3:04
se destina, aqui na Universidade de Lisboa,
3:06
com o meu custo.
3:08
Com o meu custo físico.
3:10
Porque eu tinha mais facilidade para a matemática
3:12
e, claro, fiz os estudos do que para o destino.
3:14
Estou muito feliz por ter fiz o curso com esforço.
3:16
E fiz o curso, precisamente,
3:18
porque eu queria servir as pessoas.
3:20
Portanto, o facto de eu ter feito um curso no Estado,
3:22
como eu tinha e era,
3:24
nessa altura, eu acho que é muito mais fácil.
3:26
Mas, o facto de eu ter feito um curso no Estado e já para baixo,
3:28
não quer dizer que nós não aprenderemos o que é oportuno.
3:32
Depois, terminado o curso,
3:34
corrompeu-me, vai-me dizer,
3:36
me deixava nos escolaridades.
3:38
Corrompeu-me bem, também, no esporte.
3:40
Também, em questões sociais.
3:42
Depois, também, me deixou bem.
3:44
E, por isso, fiz o curso de todas as escolaridades.
3:46
Mas, eu já tinha pensado, nessa altura,
3:48
que aquelas escolaridades,
3:50
na qual o meu custo físico e o que é o meu custo físico,
3:52
eram as opções,
3:54
eram as opções médicas familiares.
3:56
Mas, que as médicas familiares, há 30 anos,
3:58
que não amava a matemática, nem imaginava,
4:00
eram chamadas de médicos de clínica geral.
4:02
Não era nada,
4:04
ou seja, fazer um médico geral e familiar.
4:06
Eram, assim, uma minoridade.
4:08
E a minha médica me dizia, assim,
4:10
poxa, você precisa de muita coisa.
4:12
Para o seu serviço.
4:14
Por isso, você vai ter isto,
4:16
para melhorar o que você faz.
4:18
E, eu pensei,
4:20
porque, um bocadinho de dúvidas,
4:22
mas, depois, eu sei que foi a pena.
4:24
E, tinha a ver com o que eu devia fazer,
4:26
quando eu não quisesse materializar o custo físico.
4:28
Na parófia onde eu andava, na altura,
4:30
que era a parófia de São Isabel, em Lisboa,
4:32
que visitavam as pessoas
4:34
que viviam em casas,
4:36
que eram prisioneiras familiares.
4:38
Pessoas que não conseguiam
4:40
sair de casa, porque não conseguiam
4:42
sair das casas. Pessoas pobres.
4:44
E, constatou-me, que essas pessoas
4:46
não eram preocupadas por médicos.
4:48
Porque não tinham dinheiro para pagar
4:50
um médico para vir a casa.
4:52
E, porque não havia nenhum médico
4:54
que descrevesse a casa.
4:56
E, isso não era possível.
4:58
E, por causa disso, e por muitas outras causas,
5:00
isso é médico-experimento.
5:02
E, não só foi o profissional,
5:04
foi o médico-experimento.
5:06
Então, é médico-experimento.
5:08
Então, é médico-experimento.
5:10
E, tendo que trabalhar
5:12
para escolher o lugar no nosso.
5:14
Pobre.
5:16
Pobre.
5:18
E, por então, escolhesse o nosso.
5:20
Trabalho para escolher o lugar no nosso.
5:22
E, escolhesse o nosso.
5:24
Então, muitas pessoas,
5:26
em Portugal,
5:28
e em bastantes instituições,
5:30
em bastantes concursos.
5:32
Porque, agora, não encontrei nenhum
5:34
sítio onde eu possa trabalhar
5:36
e tratar todas as pessoas.
5:38
E, não é mesmo
5:40
quando vai passar para um hospital
5:42
para educar, mesmo se tem convenções.
5:44
Tem convenções,
5:46
com alguns,
5:48
que têm uma situação.
5:50
Para os mais pobres,
5:52
mais fora do sistema.
5:54
Não há nada para educar
5:56
como os profissionais fazem.
5:58
E, por causa disso,
6:00
sou médico-experimento,
6:02
há 30 anos.
6:04
E, trabalho numa escola
6:06
de medicina crítica no Lisboa,
6:08
que é o que não foi.
6:10
Mas, trabalho numa unidade de saúde familiar,
6:12
que eu tenho um montão.
6:14
Mas, nesse momento, ao fim de
6:16
25 anos lá,
6:18
eu já descobri
6:20
que eu não me senti relativamente privilegiado.
6:22
Especialmente,
6:24
porque, hoje em dia,
6:26
já são 200 pessoas
6:28
que têm dificuldades de saúde.
6:30
E, por outro lado,
6:32
na zona onde eu moro,
6:34
na zona onde eu trabalho,
6:36
existe 21 mil pessoas
6:38
cidadãs
6:40
que não têm medicina.
6:42
Os que são médicos,
6:44
os que têm drogas,
6:46
ou os que têm drogas.
6:48
E, nesse sentido,
6:50
foi uma grande decisão,
6:52
o governo decidiu, o governo,
6:54
de mudar a vida.
6:56
E, segundo a decisão que ficou,
6:58
para o momento,
7:00
e montar uma unidade
7:02
concordada,
7:04
que não preste atenção
7:06
em medicina.
7:08
E, é justamente,
7:10
uma quantidade de jovens médicos-experimentos,
7:12
e de médicos-experimentos
7:14
informais,
7:16
que são os que têm
7:18
dignidade justiça,
7:20
pois não fizeram mal nenhum a ninguém,
7:22
pois não têm direito a dor.
7:34
Mas, mesmo assim,
7:36
os povos, curiosamente,
7:38
não têm nada a ver
7:40
com os povos
7:42
do outro tipo do mundo.
7:44
O mundial, os países do mundo,
7:46
vão ser pobres.
7:48
E, mesmo assim, não têm
7:50
possibilidade de trabalhar os filhos.
7:52
E, mesmo assim, não poder ir à escola.
7:54
E, eu,
7:56
sempre senti
7:58
que não estudava o que fazia cá,
8:00
mas como é que eu posso fazer
8:02
o que estou na verdade a fazer cá?
8:04
Tenho filhos, tenho netos, tenho nariz,
8:06
como é que eu faço?
8:08
Era um ano, como contávamos,
8:10
era o princípio da minha escolaridade.
8:12
E, depois,
8:14
voltei, depois, para cá,
8:16
porque isso não era cá,
8:18
que era há 20 anos.
8:20
E, então, surgiu, também, há pouco tempo,
8:22
há uns 3, 4 anos,
8:24
com uma amiga minha,
8:26
com quem trabalhei,
8:28
em São José,
8:30
que usou a concentração
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para os mais pobres dos povos.
8:34
Mas, por outro lado,
8:36
sabemos que muitos daquilo
8:38
precisava de grandes organizações
8:40
para os mais pobres.
8:42
E que, na própria máquina
8:44
da organização,
8:46
não é por
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felicidade ou pedidos,
8:50
é por confiança na própria máquina.
8:52
E, outro princípio era,
8:54
quando fui voluntária,
8:56
e, quando trabalhava em São Tomé,
8:58
que muito, muito do que era
9:00
gasto na cooperação
9:02
voltava para os países pobres.
9:04
E, não só para os países pobres,
9:06
mas também trabalhava com os pobres,
9:08
provavelmente.
9:10
Então, fizemos essa envelheia maravilhosa, que era
9:12
conseguir colocar
9:14
na mão dos jovens,
9:16
dos países pobres,
9:18
pessoas que tenham ideias
9:20
produtivas para o seu país,
9:22
para a sua comunidade,
9:24
um bocadinho de dinheiro.
9:26
Conseguir colocar lá
9:28
um bocadinho de dinheiro.
9:30
O primeiro conceito que eu fiz,
9:32
eu vou usar no meu abandono,
9:34
vai-me sempre.
9:36
Várias semanas de ida,
9:38
fiz uma combinação com Deus.
9:40
Se o meu sogrado ganhou o Euromilões,
9:42
sou abonado, guardei esta fundação.
9:44
E, pois não ganhou o Euromilões,
9:46
não ganhei a minha visão.
9:48
Não ganhou o Euromilões, perfeito.
9:50
Então, o dinheiro que eu ganho,
9:52
e que não faço falta,
9:54
põe-me nesta fundação.
9:56
E, após isso,
9:58
então, fui concedido ao meu pai
10:00
e, põe-me sobre a fundação,
10:02
que é o meu melhor amigo,
10:04
que é a minha fundação,
10:06
que é o nome do meu pai.
10:08
E, com esse dinheiro, o que fizemos
10:10
é que, via a mão de todos,
10:12
que nós conhecemos,
10:14
o que lhes eu ganho?
10:16
O samba,
10:18
o pênalti,
10:20
a estética, a espiritualidade,
10:22
o que havia,
10:24
experimentei em 15 quilos,
10:26
com forma de evoluir
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com milhares,
10:30
dois milhares.
10:32
E foi uma coisa extraordinária,
10:34
que as pessoas conseguem fazer
10:36
se acreditarem neles.
10:48
Em relação ao outro
10:50
grande sonho, eu conheço as coisas
10:52
que eu gostaria de fazer quando
10:54
pudessem, quem sabe,
10:56
evoluir a experiência,
10:58
mas, pelo rato, eu não queria muito
11:00
ter sempre, ter uma família escura.
11:02
E a minha vida
11:04
trocou-me por minhas próprias.
11:06
Eu fiquei preso,
11:08
com o João,
11:10
entre as minhas casas da comunidade,
11:12
onde ele deixou de andar a bandeira,
11:14
com os meus sonhos,
11:16
os meus sonhos representados para a nossa vida,
11:18
que fomos juntos para lá,
11:20
porque quando foram todos,
11:22
tivemos um filho, e quando este nosso filho
11:24
virou mãe de mãe,
11:26
o João morreu.
11:28
O João é o único que se conhece aqui,
11:30
o único que se pode conhecer.
11:32
Mas eu continuo aqui,
11:34
em casa,
11:36
ao meu espaço, na minha família,
11:38
ao meu caso, no meu amor,
11:40
até aqui a ser, igual
11:42
a outra homenagem,
11:44
para o local em que tiveram
11:46
os sonhos.
11:48
E, depois, um tempo depois,
11:50
conheci o meu marido, por exemplo,
11:52
este é o marido atual, que fizemos ela,
11:54
em cinco anos de educação.
11:58
O que é a família?
12:02
O que é a família?
12:04
Completamente diferente,
12:06
como as outras coisas,
12:08
que é completamente diferente
12:10
do que nós conhecemos.
12:12
Nós tivemos,
12:14
construímos um sonho,
12:16
que foi um sonho que nós conhecemos,
12:18
que é um sonho que foi feito
12:20
por um monte de pessoas,
12:22
que um monte de pessoas
12:24
gostaram de estar um com o outro,
12:26
e que a cada vez mais,
12:28
a cada vez mais,
12:30
nós fizemos um sonho,
12:32
que a cada vez mais,
12:34
a cada vez mais,
12:36
e a cada vez mais,
12:38
e somos cada vez,
12:40
cada vez mais próximos,
12:42
e cada vez,
12:44
cada vez mais,
12:46
cada vez mais próximos.
12:48
E o que é a minha família?
12:50
A minha família é muito engraçada,
12:52
a minha família é um casal
12:54
que eu já amo de cor,
12:56
e eu estava, há uns anos,
12:58
estava a mostrar-lhe os meus trechos
13:00
dos atores franciscos,
13:02
tenho uma primeira casinha,
13:04
tenho um ideal,
13:06
tenho uma segunda casinha,
13:08
e tenho a dele,
13:10
que é o meu filhado,
13:12
que é uma filha de uma grandinha
13:14
que morreu em 1989,
13:16
e é tão engraçado,
13:18
porque essa colega dizia assim,
13:20
caixa de trechos,
13:22
e eu já não sabia nada disso,
13:24
pois são todos esses
13:26
hábitos estranhos.
13:36
E como eu tenho que usar um rosto,
13:38
como vai agora nessa fase
13:40
da gerente de engenharia,
13:42
mas com os mais velhos,
13:44
como é que eu uso um rosto?
13:46
Porque a família pode ser uma coluna,
13:48
uma colega, os mais novos,
13:50
os mais velhos,
13:52
e os que fora da família.
13:54
Exato, de modo nada humilhado,
13:56
posso dizer que os meus trechos,
13:58
digo que,
14:00
têm de me aproximar de qualidade,
14:02
e são bom ou melhor do que isso.
14:04
Tenho que ver com o percurso todo,
14:06
que esse me diz um sentido para a vida,
14:08
um domínio,
14:10
e uma razão de ser.
14:14
E agora, muito rapidamente,
14:16
algumas dicas, que ainda não deixamos,
14:18
só um bocadinho,
14:20
como o cardeólogo demorou menos tempo,
14:22
eu vos vejo um bocadinho,
14:24
algumas dicas para os seguidores,
14:26
ou seja, para vocês.
14:28
Enxergar algo.
14:30
Enxergar algo.
14:34
Enxergar os convívios,
14:36
enxergar coisas grandes,
14:38
enxergar com um grande amor,
14:40
não é com uma grande paixão,
14:42
mas com um grande amor,
14:44
enxergar com o meu trabalho,
14:46
ou seja, como alguns falaram aqui,
14:48
e como disse o cardeólogo lá em cima,
14:50
enxergar algo.
14:52
Enxergar-se mesmo, começar já,
14:54
porque há coisas, há opções que a pessoa faz,
14:56
que condicionam as outras.
14:58
Por exemplo,
15:00
uma pessoa, por exemplo, não estudar
15:02
na altura de se estudar,
15:04
vai ter muito mais dificuldade de se estudar depois.
15:06
Então,
15:08
enxergar-se sempre,
15:10
e enxergar-se sempre,
15:12
quanto mais caraterísticas,
15:14
pois outra coisa óptima é
15:16
ensinar-se muito.
15:18
Nunca se faria outra coisa de nós,
15:20
se não fossem vários,
15:22
ensinar-se muito.
15:24
Depois, trabalhar, trabalhar, disciplina,
15:26
trabalho.
15:28
O cardeólogo era um
15:30
sacrifício, exatamente.
15:32
Disciplina, trabalho, sacrifício,
15:34
e vivência.
15:36
É paz e discussões,
15:38
que são coisas que nos
15:40
desfocam,
15:42
que nos acompanham,
15:44
e no meu caso, quando puxo lá,
15:46
colocando-se com mais medo e mais.
15:48
Depois, há uma coisa que eu cumpro,
15:50
é a validação.
15:52
Porque a vida está,
15:54
as coisas,
15:56
elas saem daqui.
15:58
Se a gente não gastar as condições,
16:00
olha a vitória da velha,
16:02
que falou isso, não é?
16:04
Se executar o sonho,
16:06
sem baixar a certeza,
16:08
a calcular a falta,
16:10
a falta,
16:12
continuar a trabalhar,
16:14
a construir uma posse
16:16
que existe pelos sonhos,
16:18
não depende do estado do caminho.
16:20
Agora falo
16:22
mais um pouquinho.
16:24
Eu, eu vou dizer que eu
16:26
me adaptei ao meu dia-a-dia,
16:30
pois a minha equipe,
16:32
a gente fez o que a gente não fez,
16:34
a gente não é feliz,
16:36
não é feliz,
16:38
a gente é feliz,
16:40
e a gente não é feliz,
16:42
espero que a gente seja feliz.
16:44
Espero que a gente seja feliz.