0:00
Bom, muito bom dia. Eu estou muito contenta de estar aqui. Vou falar português e as diapositivas estão em português, então é isso que vai ser mais fácil.
0:23
Eu agradeço muito à presença de todos vocês um sábado da parte da manhã e queria agradecer os 3 milhões de nós porque eu nunca na vida tive um público tão jovem.
0:35
Ou que realmente me dá muita confiança no futuro.
0:40
O meu sonho é que vocês saiam tudo de aqui, os de todas as idades, com alguma ideia diferente daquilo com o que vocês entraram hoje nesta sala.
0:54
Dito isto, vamos começar. Tudo que eu vou apresentar foi feito pela PRM que acompanharam a qual eu trabalho e foi patrocinado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos.
1:11
Eu tenho um estudo que é muito importante porque é uma amostra muito robusta do que definimos como jovens em português.
1:21
Vamos falar hoje dos 2.2 milhões de jovens que tem entre 15 e 34 anos. A diferença com os 3 milhões de nós são os de menos de 15 anos que não podiam ser parte da amostra deste estudo.
1:39
E temos também uma amostra muito robusta para todos aqueles que fazem estadística matemática.
1:44
Temos quase 5 milhões de pessoas que responderam a um inquérito de forma online e aí conseguiram responder realmente ou que eles achavam de forma mais sincera.
1:59
Enquanto a temática, este estudo é muito abrangente. Inclui formação relativa a nos arrelar com a família de origem, com os amigos de Apeso Aparcera, com os diferentes níveis de formação, trabalho, pago, que hábitos temos, o que pensamos, os diferentes ciclos de vida.
2:20
O que eu vou apresentar está tudo e mais no site da Fundação, então vocês aí podem descarregar o PDF para ver qualquer um dos dados que vocês tenham ficado com mais interesse.
2:34
O que eu vou fazer agora? Não vou falar de números, você vai dar menos números para tentar explicar ou que achamos que pode ser da sua ajuda na vida que muitos de vocês estão a começar e a construir.
2:54
Gostaríamos de partilhar com vocês 12 conclusores que aprendimos, que achamos que são muito relevantes neste estudo.
3:05
A primeira conclusão tem a ver com qual é o momento fundamental na nossa vida.
3:11
E uma das perguntas que vocês responderam na entrevista que fizemos a pouco, os três momentos mais importantes na vida dos jovens, entre os 15 e os 34 anos, são os 20, os 25 e os 30.
3:28
Isto quer dizer que o que nós pensamos, fazemos e sentimos ao longo destes momentos, vai me sendo enfulsao de as coisas que nos vão acontecendo.
3:41
E a idade crítica é os 25 anos. Quantos de vocês colocaram 25 como resposta?
3:50
Bem, já há muitas pessoas que vão sair daqui com uma ideia diferente.
3:54
Os 25 anos é a idade estadística que mais faz a diferença entre um momento e outro.
4:03
E o que mais está a marcar tudo que tem a ver com estas etapas vitais?
4:12
Ou o elemento que mais determina a etapa vital na que nos encontramos, é o que foi definido como as frentes, que são as frentes.
4:22
Definimos frente como tudo aquilo que uma decisão pessoal, que é dizer, podemos mexer e podemos decidir se ou não, se queremos ou não,
4:34
e que vai afetar tanto a partilhado tempo, porque odia tem 24 horas para todos nós, independentemente da idade, independentemente do que estamos a fazer na vida.
4:46
E também me influem muito em aquilo que nos acontece porque temos relações com pessoas diferentes.
4:56
Então, estas três frentes são o trabalho remunerado, a convivencia em casal e ter ou não ter filhos.
5:05
Nesta primeira diapositiva, vamos ver que os frentes que as pessoas entre 15 e 19 anos têm, são praticamente inexistentes.
5:19
Hoje, 33% das pessoas entre 15 e 19 anos não têm nenhum frente na vida deles.
5:26
Isto quer dizer que nesta etapa, entre os 15 e os 19, temos tempo para saber muito bem o que somos ou o que queremos como pensamos.
5:37
Fixarmos como isto vai alterando a medida que vamos cumprindo anos.
5:44
Já na última etapa, entre a partir dos 25, fixarmos como, já a muitas pessoas, 75% tem de uma a duas frentes.
5:56
E fixarmos como estas frentes vão ser muito marcantes tanto no reparto do tempo como em tudo que sabas, relações, interpessoais.
6:07
Claro, ou que ninguém nos fala nas universidades, pelo menos eu não conheço nenhuma universidade que fale de isto,
6:14
e que o nosso trabalho remunerado vai ter que formar parte e vai ter que se combinar com estas outras questões que vamos incluindo na nossa vida.
6:25
Mais não final da apresentação, vamos ver que incorporar frentes na nossa vida não é garantia de que seamos mais felizes.
6:36
Ou que é muito importante incorporar estas frentes de forma correta e não na altura certa.
6:45
Vamos ir aprendendo mais de tudo isto de aqui para a frente.
6:53
Segunda conclusão, termais escolaridade tem vantagens. Eu acho que esta informação que todas as mais gostavamos de ter na altura
7:03
em que os nossos filhos estão não estudando com muita consciência.
7:07
Vamos ver qual é a influência do nível de escolaridade no âmbito laboral.
7:13
Fixarmos que, em termos de situação de trabalho, os que tem trabalho pago aumentam de 33% entre aqueles que terminaram com o ensino básico
7:24
até 73% entre os que tiveram ensino superior.
7:29
Também influem muito de forma positiva em termos dos rendimentos mensais que as pessoas recebem.
7:37
E influem também no que chamamos estabilidade de o vínculo contractual.
7:45
Mas não só tem influência positiva no âmbito laboral, mas tem influência muito positiva nas relações de casal.
7:55
Que vimos antes que um frente e que vamos ver que tem muito influência nas vidas pessoas.
8:01
Entre aqueles jovens heterossexuais que vivem com companheiro ou com companheira, que são um terço destes jovens todos,
8:11
fixarmos que aqueles que falaram quando foram conviver de como iam partilhar as despesas comuns e da casa,
8:22
são 57% dos de ensino básico. Imaginais ir a viver com alguém sem falar quem vai pagar o quê?
8:30
Isso acontece na metade destes casais.
8:34
Mas também não acontece em 100% dos que tem ensino superior.
8:39
E tudo isso vai ser muito importante na convivencia do casal.
8:43
Tão fixados que aumenta a proporção dos que falam de como vamos pagar os castos,
8:51
de como vamos educar e criar os filhos.
8:54
E aumenta também a percentagem daqueles que falaram de como vão repartir as tarefas da casa.
9:00
Tudo isso é fundamental.
9:03
Vocês iriam trabalhar a uma companhia, ler um contrato de trabalho,
9:10
ir amorar com alguém é muito mais íntimo, afeta muito mais ao meio, curto e longo prazo.
9:18
É muito importante falar com o casal antes de ir partilhar a nossa vida.
9:24
Na minha página web laurasagnere.com há mais capítulas soes prematrimoniais
9:31
que vocês podem descarregar gratis e vocês podem descarregar e ler com o vosso casal antes de ir a conviver.
9:43
Então, em que mais influem o nível de escolaridade?
9:50
Nas situações de fragilidade.
9:53
Começamos aqui por ver quantos jovens tentaram acabar com a sua vida ou pensaram nisto.
10:01
Fixaros que um 28% das pessoas que fizeram terminaram com ensino básico.
10:11
Hoje vocês praticamente a grande maioria estão no ensino superior.
10:16
Mas acho que são dadas muito importantes para refletir.
10:22
Também diminui com o nível de estudos aqueles que infligiram os soes no seu corpo.
10:29
E diminui também aqueles que sofreram algum transtorno da alimentação.
10:37
Uma terceira conclusão.
10:40
O nível de escolaridade traz muitas vantagens para as pessoas jovens.
10:47
Tem alguma consequência negativa?
10:50
E a resposta é que sim.
10:52
A resposta que nesta escala de não sento nenhum apresado a sento muito apresado.
10:59
Fixaros como os que finalizaram ensino superior que saem em color fúxia
11:06
estão sempre muito mais a direita na escala do que aqueles que terminaram o ensino básico.
11:13
Temos vantagens, mas sofremos muito mais apresado.
11:17
E temos que aprender como gerir este apresado.
11:23
Uma quarta conclusão.
11:26
O apresado que as mulheres jovens sofrem.
11:30
E aqui a conclusão é triste e muito contundente.
11:34
E vamos ver isto em vários momentos da apresentação.
11:37
As mulheres sentem mais apresado social que os homens.
11:42
E vocês já imaginavam isto porque a resposta que vocês deram anteriormente
11:46
estavam também a apontar para este estado.
11:50
E vamos ver isto aqui com dados.
11:52
Fixaros que em todas as questões que estamos a avaliar
11:56
a ranking é o mesmo para mulheres e homens,
11:59
mas as mulheres se sentem mais pressionadas.
12:03
Sobre todo nos três primeiros.
12:05
Em ter sucesso no trabalho e nos estudos.
12:09
Nao desiludir os pais e ser fisicamente atrativas.
12:14
Vamos ver outro indicador, quatro indicadores mais
12:19
para ver apresado que experimentam as mulheres.
12:23
Violência psicológica seja no local onde estudaram
12:28
ou onde trabalharam ou nas suas relações de intimidade.
12:31
As mulheres estão a experimentar isto 50% mais do que os homens.
12:38
43% das mulheres sufreram alguma situação de violência psicológica
12:44
em algum de estes locais.
12:46
Violência física e sexual.
12:49
Quase uma de cada três jovens experimentou
12:53
alguma situação de violência física e mental.
12:56
Quatro vezes mais que os homens.
13:02
Fora do âmbito da intimidade,
13:05
foram agredidas de alguma forma 44% das mulheres
13:10
ou que quase o dobro do que no caso dos homens.
13:14
Sofreram nas suas relações de intimidade,
13:18
26% das mulheres.
13:22
Realmente, com isto,
13:25
podemos ficar muito claro esta sensação
13:29
que muitas vezes as mulheres experimentam na sua vida.
13:35
Quinta conclusão.
13:37
Em termos de felicidade com as diferentes facetas da vida,
13:41
está apresado que os jovens sentem para ser fisicamente atrativos,
13:47
uma que está ou que está muito relacionada
13:50
com o que falaram anteriormente com as redes sociais.
13:54
Fixaros que tanto no caso das mulheres como no caso dos homens
13:58
ou aspecto físico ou que está embaixo
14:02
por ser aquele onde há mais jovens que não se sentem satisfeitos.
14:08
52% das mulheres e 50% dos homens
14:13
não se sentem satisfeitos com o físico.
14:16
Estamos aqui realmente muito preocupados
14:21
e acho que todos devemos pensar como podemos melhorar,
14:26
porque obviamente não é a que está mais importante na vida de um jovem.
14:31
Uma outra pergunta que veíamos antes sobre
14:34
se as pessoas se sentem mais felizes com o Pai ou com a Mai,
14:39
fixaros que se começamos por cima,
14:41
os jovens se sentem sobretudo felizes com os filhos,
14:44
aqueles que têm com o companheiro e a seguir as amigas e os amigos,
14:48
tudo aquilo que estamos a escolhermos.
14:51
Mas depois vemos a Mai.
14:53
A Mai é a primeira pessoa nao escolhida que tem uma boa posição.
14:59
Fixaros que o Pai está dois posições mais abaixo,
15:03
no caso das mulheres,
15:05
e três posições mais abaixo, no caso dos homens.
15:08
Então, se vocês algum dia querem ser pais,
15:11
tem que aprender do que a Mai fez
15:14
e esquecer aquilo que os pais tradicionais fizeram,
15:21
porque vamos ver mais para frente que o Pai a Mai saou
15:25
pesas fundamentais na felicidade na educação das novas eras soes.
15:32
Sexta conclusão, felicidade com a vida.
15:36
E aqui vamos ver o que Mai se influe na felicidade das mulheres
15:40
e o que Mai se influe na felicidade dos homens,
15:43
porque já os estou avançando que não é o mesmo.
15:47
Vamos começar pelas mulheres.
15:50
O que Mai se influe na vida das mulheres,
15:55
na felicidade das mulheres com a sua vida,
15:59
é o aspecto físico e bem-estar.
16:02
Se o fixar e ser a parte que está acima e divide as mulheres,
16:06
entre aquelas que se sentem 10 ou 9 felizes com o seu físico,
16:12
8 ou 7 ou de 0 a 6.
16:15
Fixe-vos que as mulheres que se sentem felizes com o seu aspecto físico
16:20
tem uma avaliação média de 8 na sua felicidade com a vida.
16:26
O aspecto físico influe tanto que as mulheres que se sentem felizes com isso
16:33
estão felizes 8.0 com a sua vida.
16:36
Enquanto que as que se sentem infelizes com o seu físico,
16:40
a sua vida a avalia com 6.
16:44
Para seguir, o que Mai se influe na felicidade das mulheres
16:49
é a satisfação com o companheiro ou com a companheira.
16:53
Então, as mulheres mais felizes são as que se sentem felizes com o físico,
16:58
se sentem depois felizes com o seu companheiro e companheira,
17:02
e se sentem felizes com o seu tempo livre.
17:05
Elas se sentem felizes com 8.8.
17:09
O que acontece no caso dos homens?
17:11
A situação começa igual, porque o que Mai se influem na felicidade
17:15
dos jovens homens é também o físico.
17:18
Mas fixe-vos que a seguir não vemo, companheiro.
17:21
Vemo o trabalho.
17:23
Vemo até a que ponto ele se sente feliz com o trabalho e com os estudos.
17:29
Resumindo, vemos que mulheres e homens
17:34
têm sido educadas de uma forma tão diferente
17:38
que quando chegamos a estas idades,
17:41
ou que precisamos para nos sentir felizes na vida de diferente.
17:45
E, de alguma forma,
17:49
isso que é importante para não saber isso,
17:52
porque muitas vezes não entendemos,
17:54
ou que está o lado nosso,
17:56
porque ele tem umas ideias diferentes das nossas.
17:59
Realmente, ou que não valorizamos Mai ser o companheiro a seguir ao físico.
18:03
Em quanto para eles, eu, companheira, não sou tão importante.
18:07
É mais importante ou trabalho, pago.
18:09
Que não quer dizer que não seja importante.
18:12
A seguir em terceiro lugar também somos diferentes,
18:15
porque para as mulheres, vemo a Mai e os irmãos.
18:19
Em quanto para os homens, é importantíssimo o pai.
18:24
A figura paterna neste estudo aparece como muito mais relevante
18:29
no caso dos homens do que no caso das mulheres.
18:33
Sétima conclusão.
18:36
Ou que é importante para uma mulher e para um homem não parceiro?
18:42
Bom, segundo, os resultados que vamos ver neste estudo,
18:46
vamos ver também que fomos formateados diferentes.
18:50
Ou que as mulheres valorizam, em primeiro lugar,
18:54
que o parceiro partilhe das tarefas domésticas,
18:57
que tenha capacidade para escutar,
19:00
que seja carinhoso e atento, e que partilhe em muito tempo.
19:05
Os quatro primeiros dos homens há dois que são diferentes.
19:09
Porque aparece o sentido do humor e aparece o aspecto físico.
19:14
Também neste caso, ou que mulheres e homens precisamos para ser felizes
19:20
com o nosso parceiro de vida, é diferente.
19:23
Ficaram que para as mulheres o sentido do humor e o aspecto físico
19:26
estão muito mais embaixo.
19:28
Em quanto que para os homens a capacidade de escutar
19:31
e o tempo que partilham é muito menos importante.
19:35
Portanto, é importante que nas nossas relações
19:38
falemos muito, nos comuniquemos muito.
19:40
A outra pessoa não podemos estar pensando que vai esperar o mesmo
19:46
porque ele tem uma ideia diferente das coisas.
19:49
Falemos. A comunicação Sao é super importante.
19:52
Em termos de sexualidade, também temos duas situações
19:57
de relações completamente distintas
20:00
que vão afetar muito a as nossas relações
20:05
de íntimas com o nosso parceiro.
20:09
Ficaram que falando de masturba Sao,
20:13
são 28% das mulheres ou fazem de forma semanal
20:18
em quanto que é 64% no caso dos homens.
20:23
Isto quer dizer que eles sabem muito bem o que gostam
20:26
e que as maioria das mulheres não temos ideia
20:29
de que para nós é importante.
20:32
Em termos de consumo de pornografia,
20:35
a situação é também muito oposta.
20:38
Vem pornografia semanalmente uma de cada 10 jovens
20:42
e vêm pornografia de forma semanal a metade dos homens.
20:48
A pornografia que estão a ver,
20:50
não é a pornografia que veíamos na minha idade
20:52
ou que se veiam na minha idade,
20:54
é uma pornografia que não tem nada a ver
20:57
com a realidade da vida.
21:00
E, portanto, isto faz com que as nossas jovens,
21:04
muitas vezes estão em uma situação muito perjudicada
21:08
com respeito ao casal.
21:10
É importantíssima a educação sexual
21:14
que se faz em casa e também nas aulas.
21:19
O que acontece com a partida das tarefas
21:22
entre mulheres e homens?
21:24
Partida das tarefas de casa e das crianças.
21:28
Esta é a resposta das mulheres a quanto faz ela
21:33
e quanto o seu companheiro,
21:35
em termos de realizar essas tarefas domésticas.
21:38
As mulheres acham que fazem quase o dobro que o seu parceiro.
21:43
E os homens acham que elas estão a fazer um pouco a dinho mais,
21:48
só um 20% mais.
21:50
Eles acham que eles fazem quase a metade das tarefas domésticas.
21:54
Se vemos esta mesma informação para o cuidado dos filhos,
21:58
as mães opinam que elas fazem o triplo do que o trabalho do pai.
22:04
E o que é o pai?
22:07
O pai acha que ele está fazendo quase a metade.
22:15
Voltamos a ver aqui que vivimos em dois mundos realmente muito diferentes
22:21
ou que vão fazer muito importante a nossa comunicação.
22:26
Bom, este quadro que é muito complicado,
22:29
eu soco loco cá para que vocês sepam
22:32
que as expectativas que os jovens mulheres
22:35
e homens têm antes de ir viver,
22:38
saam de que os dois faranos mesmos
22:42
e sobretudo acham que os dois faranos mesmos em casa
22:46
e com os filhos, sobretudo os homens.
22:49
Ou que quer dizer que a muitas mulheres que permitem que o novo companheiro
22:56
faça menos do que elas quando ele estava disposto a participar.
23:01
Deixemos que os homens façam o trabalho que ele espertoca,
23:04
porque não nos ajudam a fazer o trabalho que eles correspondem
23:11
e lembremos que o dia tem só 24 horas.
23:15
Isto afeta muito a o que os homens e mulheres valorizam no emprego ideal.
23:21
E o emprego ideal fixaros que para aquelas mulheres que não tem nenhuma frente,
23:27
fixaros que é como vai evoluindo,
23:31
ou que queremos um trabalho ideal,
23:33
com soante às frentes que há na nossa vida.
23:37
Quando não temos nenhuma frente e só temos trabalho pago,
23:42
ou primeiro que valorizamos o salário e a seguir que o trabalho me permita conciliar bem.
23:48
Mas aí quando as mulheres começam a viver em casa,
23:52
começa a ser mais importante toda a que está toda conciliaçado.
23:57
E aí se mantém pela frente do salário.
24:03
E não caso os homens nao, não caso os homens se tudo flat.
24:07
Quer dizer que ou que eles querem no início, quando tem 15,
24:12
ou mesmo que eles querem quando tem 34.
24:16
Então isto é assim porque nós mulheres estamos a permitir que eles possam viver
24:23
o mundo do trabalho sem compartilhar tanto como nós do resto que isto é.
24:32
A décima concluçado, distúrbios alimentares e comportamentos autolesivos.
24:39
Aqui vamos ver que as mulheres jovens estão numa situação muito fraca,
24:48
muito peligrosa.
24:50
Fixaros que entre os 15 e os 24 anos, todas estas que isto é,
24:56
tentaram acabar com a sua vida ou pensar amnisto 36%.
25:01
Mais do que uma de cada três.
25:03
E não caso os homens, os números autudos mais baixos
25:10
e também os números todos se mantém bastante igual entre um momento e outro.
25:16
Com o qual a vida está sendo realmente muito cruel com esta nova geração de mulheres jovens.
25:24
Eu vou passar estes quadros muito rápido,
25:27
mas só quero que vocês sepam que esta informação está,
25:30
sobretudo se há alguma psicóloga ou alguma pessoa que esteja interessada
25:36
em entender onde os trastornos de alimentação acontecem com maior frequência.
25:43
Se 5% a quantidade de jovens que experimentaram um trastorno de alimentação,
25:50
aqui temos uma árvore que indica que a situação onde vai acontecer isto com maior frequência,
25:56
são mulheres que não usam heterossexuais
26:01
e que terminaram o nível de escolaridade com ensino básico.
26:07
Neste quadro a seguir, vamos ver a mesma informação,
26:12
a mesma análise feita com aquelas que infringiram o seu corpo,
26:17
que 12% para o conjunto dos jovens
26:20
e o cenário onde isto acontece mais, fixaros que chega a 41%.
26:25
Que são as pessoas que não usam heterossexuais, mulheres de 15 a 24 anos.
26:35
A mesma análise feita com os que tentaram acabar com a sua vida,
26:41
ou pensaram nisto, que para o conjunto dos jovens um de cada quatro,
26:46
chega a ser 62%, ou seja, dois de cada três jovens,
26:51
que têm uma relação má com o pai, a mãe ou com os dois,
26:59
que têm uma orientação sexual, não heterossexual
27:04
e que têm uma tipologia de inseguridade, seja moderno ou seja solitário.
27:12
E vamos para as duas últimas conclusões,
27:16
situações de vida que há entre os jovens, cada um de vocês é diferente,
27:21
mas ou que pretendíamos com esta análise tentar entender
27:25
o que mais diferencia entre os jovens
27:28
e se podemos ajudar de alguma forma a identificar diferentes clásteres.
27:33
Aqui temos a resposta, tudo isto está feito como análises matemáticas,
27:39
não é a minha equipe que estava dizendo quais são os mais importantes.
27:43
O mais determinante na vida dos jovens é a idade,
27:47
com as fases que vimos no início da apresentaçao e o nível de estudos.
27:53
E a coluna vertical é o nível de empoderamento.
27:57
Que tema haver com o nível de escolaridade as frentes da vida adulta
28:02
que estamos a incorporar, o número de amigos,
28:05
a frequência com a que praticamos o esporto,
28:08
o menor consumo de bebidas alcoólicas,
28:11
uma melhor situação econômica,
28:13
um sítio de cartas de conduzironao e felicidade na vida
28:17
e se o jovem é mulher ou homem.
28:21
Fixarmos que identificamos 10 situações de vida,
28:27
dois que estão na faixa dos 15 aos 19 anos,
28:31
três que estão na faixa dos 20 aos 24 anos
28:38
e cinco que estão na faixa de mais de 25.
28:42
Fixarmos como a medida.
28:44
Bom, eu acho que esta gráfica aqui mostra muito bem como a medida que vamos avançando na vida
28:49
e cada um vai escolhendo o seu próprio caminho.
28:53
E o importante vai ser que estes caminhos que estamos a escolher
28:59
nos ajudem a ver por onde vamos, vamos bem, o que queremos.
29:07
E a melhor forma de resumir como nos sentem mais pessoas que há em cada um destes grupos
29:13
é satisfazado.
29:15
Quando nos perguntamos para eles a que pontos se sentem satisfeitos com a vida deles,
29:19
fixarmos que aqui temos, em color fúxia,
29:23
aqueles que se sentem com um nível de infelicidade abaixo da média.
29:27
Há adolescentes sopresado, a felicidade com a vida delas declarada é 6.4.
29:34
Há jovens a margem é 5.
29:38
Já na zona cincenta temos situações em que os jovens se sentem na média
29:47
destas caras de 0 a 10.
29:49
Há situações de felicidade de 6 ou 7.
29:52
E os segmentos de jovens mais satisfeitos são os jovens em conforto,
29:58
que são 12% dos jovens e tem uma felicidade de média de 7,3.
30:04
Os jovens adultos em conforto e os casais em conforto,
30:08
que estão com valores muito altos da felicidade.
30:12
Tudo isto para chegar a este quadro.
30:15
No fundo, o que vemos é que há dois ciclos de vida.
30:20
O ciclo de vida dos jovens mais empoderado e o ciclo de vida dos jovens menos empoderado.
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O que queremos é convidar a vocês a estar na parte de acima,
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a ir tomando as decisões de incorporação de frentes no momento certo, na altura certa
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e de conseguir ter esta situação em que, entre todos, podemos melhorar a nossa vida.
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E já para terminar esta última dia positiva,
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uma informação que para mim é muito preocupante.
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Primeiro porque sou mulher e depois porque tenho duas filhas e 10 sobrinhas.
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Uma situação preocupante é que fixarmos que todos os segmentos em azul,
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que falamos que eram os segmentos onde as pessoas estão mais felizes,
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fixarmos que estão dominadas por homens.
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Em adolescentes em conforto, 67% são homens.
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Em jovens em conforto, 74% são homens.
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E em jovens adultos em conforto, 75% são homens.
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Enquanto que nos segmentos que, com menos felicidade na vida,
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há grande maioria são mulheres.
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83, 75, 89.
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Tudo isto por todas as questões que fomos vendo.
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Antes de terminar, só queria partilhar com vocês que amanhã, por pura casualidade,
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eu odia nacional da conciliação e da corresponsabilidade em Espanha.
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E amanhã vou lançar nas minhas redes um vídeo que explica
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em que consiste um casal equitativo e as ventagens de formar um casal equitativo.
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Convido a todos vocês a olhar para este vídeo.
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Vocês podem visualizar ele no Instagram,
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ou também na minha página web, ou no LinkedIn.
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Mas é muito importante que vocês construam casais,
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ou relaciones de pareia que formem um equipe,
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para evitar ter tantas mulheres que a vida delas tem uma presa tão grande
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que não podem cumprir com as expectativas delas.
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Muito obrigada pela vos atenção.