3 Milhões de Nós
0:00 Olá, uma coisa fácil, pois não foi brilhante, mas vocês vão entender que eu sou um bocado maluca e um carinhão rápido,
0:12 e que é por isso que estou cortando a praça aqui para trás.
0:15 Porque quando eu passo a mais tempo, duas dessas corações abriram, e eu tenho que ter cuidado,
0:20 e custa um pouco, quando eu tenho uma reabilitação física da minha filha, que mudou de um dia para o outro.
0:25 Fiquei duas semanas em Venice, a estudar com os filhos, e depois fui para a Inglaterra.
0:28 Mas eu gosto de estudar, e fico muito tempo em casa para estudar.
0:31 E comecei a estudar sobre sensibilidade, que é o tema do qual sublimei.
0:36 Eu trabalhei há cerca de quatro anos, e na altura liguei-me para um relacionador.
0:42 E sou curiosa, até porque sou muito estudada, e pensei,
0:46 bom, eu estou viva e vou levar o meu escolar para a escola,
0:48 e quero ir para a escola e vou estudar o que é que eu quero fazer.
0:50 E aí, na verdade, nós já conseguimos mudar um carinho de vida.
0:53 Começando a estudar, com mais tempo a estudar, vieram mais perguntas,
0:57 e vieram todas as minhas respostas, mas mais certezas de que eu continuava a estudar o que eu conseguia.
1:03 Eu decidi que eu vou arrumar uma vida.
1:06 E foi assim, que eu ia ter uma filha.
1:09 E o mundo não estava para brincar nela.
1:13 Por que vocês saem daqui com uma nota positiva?
1:15 Não a minha filha.
1:17 Mas é interessante explicar qual é o problema.
1:19 Porque essa foi a função, ou o primeiro problema,
1:22 como ser, assim que a minha filha nasceu, basicamente,
1:25 que virmos dentro da escola,
1:27 a desigualdade,
1:29 e, sem extenso, a descentralidade e a comunicação com a descentralidade.
1:33 O que está a passar, cientificamente, é mais ou menos simples.
1:36 A concentração que eu recebo na atmosfera, se pararam.
1:40 E, por instante, nós precisamos da atmosfera para viver.
1:43 Mas se pararam, sim, porque é claro,
1:45 eu tenho que definir não só as minhas populações,
1:47 eu se fiz, pararam.
1:49 Mas, a partir de 1950,
1:51 nós precisamos, no mais ou menos,
1:53 ver a circulação pós-industrial
1:55 a um acelerado ao dobro do que estava.
1:57 Na pior época da história,
1:59 com todos os náuseas que se tiveram,
2:01 nós conseguimos o dobro,
2:03 através da vida humana.
2:05 E o que está a acontecer na nossa ecossistema?
2:08 A nossa ecossistema, suposto, mais ou menos,
2:10 conseguimos figurar.
2:11 Nós fazemos parte do ciclo, do qual faz parte a natureza,
2:13 nós fazemos parte da cultura,
2:15 a nossa vida, nós fazemos parte,
2:17 nós somos responsáveis pela ecossistema também.
2:19 E, como responsáveis, nós temos também,
2:21 para a vida.
2:23 Então, nós conseguimos, na prova,
2:25 colocar muito mais ácido
2:27 para dissipar a atmosfera
2:29 do que aquela que, na verdade, não consegue.
2:31 Porque todos os animais,
2:33 não tem gás, não faz suco, ok?
2:35 Todos nós emitimos, não há nada que faça
2:37 que seja carbono zero, nada.
2:39 Mesmo a propaganda que nós passamos a ver,
2:41 não há carbono zero, ok?
2:43 Todos nós temos uma qualidade carbónica.
2:45 Então,
2:47 todos nós conseguimos, também, juntar-nos
2:49 para tentar resolver o problema.
2:51 E que, às vezes, há muita discrença
2:53 em relação a
2:55 atividades críticas, às vezes intensas,
2:57 nós tiramos uma coisa chamada corte feliz.
2:59 Foi numa copa,
3:01 agora estamos a fazer a copa em festa,
3:03 espero que vocês já tenham feito a copa em festa,
3:05 eu já vou abrigar.
3:07 Houve uma copa, há cinco anos depois, na verdade,
3:09 não se abrigou para mim, eu abrigava
3:11 mas não se abrigou para mim,
3:13 mas foi quando a gente decidiu que não se abrigou para mim.
3:15 Tivemos uma copa,
3:17 porque os japoneses se juntaram
3:19 para tentar modular o aumento da temperatura.
3:21 Como é a temperatura?
3:23 Ok, então, dá-lhe mais, não vai ser
3:25 a mesma temperatura, vai ser a mesma
3:27 temperatura, mas não é.
3:29 Mas, definitivamente, é que vamos decidir
3:31 de quanto dar comida para o pescoço,
3:33 de quanto dar comida para o pescoço,
3:35 de quanto dar comida para o pescoço,
3:37 qual o problema?
3:39 Ok, o problema é o mau,
3:41 mas é o melhor
3:43 que nós conseguimos superar para conseguir
3:45 aqui na sociedade.
3:47 Já está, nós vamos lograr mais,
3:49 mas continuamos a trabalhar mais.
3:51 Até porque há um problema
3:53 que é muito, muito, muito complexo,
3:55 a academia e o dia-a-dia, que a escolaridade
3:57 não é só a ambiente, não é.
3:59 E o dia-a-dia, com a ambiente,
4:01 é uma parte pequena, é que é a escolaridade.
4:03 O que é que se deve a escolaridade?
4:05 A escolaridade é o que está no seu ambiente,
4:07 é o que está no seu ambiente ambiental,
4:09 que é a desigualdade gravíssima.
4:11 Hoje, nós tinhamos um país, que nao existe,
4:13 que é o que segue melhor do que os outros países.
4:15 Que é o descobrimento ambiental.
4:17 E, assim, esse mês, estou com uma mulher
4:19 com 7 vezes,
4:21 com provamente 7 vezes,
4:23 e que em 500 minutos é um repito de atrição.
4:25 Que que comida podem achar por lá dentro?
4:27 E, assim, uma máxima de 2 anos de curso
4:29 e 1 ano de discurso.
4:31 Quando falamos do curso,
4:33 nós também falamos
4:35 de produção,
4:37 falamos de transferência,
4:39 falamos de distribuição,
4:41 falamos de descobrir nossas casas.
4:43 E calculamos que, por ano,
4:45 cada um de nós que está aqui,
4:47 uma mulher interessante,
4:49 consiga
4:51 fazer a beleza de levar alguém
4:53 sem fins de urina.
4:55 E ter
4:57 de uma diversidade social,
4:59 económica e ambiental,
5:01 e um monte de oportunidades para a inovação.
5:03 Para terem uma ideia,
5:05 e eu gosto de dizer que
5:07 eu espero que esteja abrindo o meu aprendizagem,
5:09 para terem uma ideia,
5:11 há alguns problemas do mundo
5:13 que provêm ao falar sobre isso.
5:15 Ah, não é isso?
5:17 Está louco, não?
5:19 Está louco, não?
5:21 Ah, está louco? Não, não.
5:23 Está louco.
5:25 Não sei o outro.
5:27 Se não tiver, não faz mal. Eu acredito na mesma.
5:31 Não?
5:33 Ah, espera.
5:39 Gente, nós descobrimos o problema, não é?
5:41 Nós somos mais bonitos
5:43 se formos familiarizados com o problema.
5:45 Eu estava esperando que todos aqui
5:47 tentassem alguma coisa que possam fazer
5:49 para melhorar o problema.
5:51 Porque, às vezes, parece muito grande,
5:53 muito distante,
5:55 muito complexo para os filósofos.
5:57 Ok.
5:59 Boa batalha.
6:01 100% concerto.
6:03 Ainda bem.
6:05 Acho que estamos aqui para 90% das pessoas
6:07 que acreditam que acertam mais ou menos.
6:09 Então, bom casting para a batalha.
6:11 Boa.
6:13 Então, a melhor parte,
6:15 acho que sim, fico feliz.
6:17 Mas, no livro, ouvimos muitas vezes falar
6:19 sobre a gota d'água.
6:21 Aquelas pessoas que afirmam que estão com fome.
6:23 Como é que eu vou ajudar a mudar a fome no mundo?
6:25 Claro, porque você tem que respirar por todas as horas
6:27 que passam.
6:31 Então, como é que podemos resolver isso?
6:35 Primeiro,
6:37 mudar a maneira como nos alimentamos.
6:39 E essa é
6:41 aquela coisa que eu acho bem complexa
6:43 a ver e que vai fazer um maior impacto.
6:45 Globalmente,
6:47 se a gente vira um instrumento mais capaz de representar
6:49 na atendência da energia,
6:51 e, portanto, o alimento das matérias climáticas,
6:53 nós estamos fazendo adianta para o nosso ambiente se contribuir
6:55 evolutivamente um pouco.
6:57 Mas temos,
6:59 e isso é um projeto, um projeto global,
7:01 que vai resolver, qual é que é o
7:03 compasso de emissões que a gente vai fazer,
7:05 que podem calcular onde é que é
7:07 a nossa regulação.
7:09 E, nós três,
7:11 estamos a fazer as coisas que nós queremos fazer.
7:13 Que é o que diz a expressão alimentar,
7:15 que geralmente são fatos só,
7:17 e apoiar a execução.
7:19 Mudar a maneira como nós comemos,
7:21 na verdade,
7:23 mudar um bocadinho
7:25 os nossos hábitos imediatos.
7:27 Porque, se a gente está a usar uma geração
7:29 e as duas gerações,
7:31 não é expressar absolutamente nada.
7:33 Claro que trazia uma pobreza intestinal também
7:35 bastante isolada,
7:37 mas era normal, no geral,
7:39 uma expressão a fazer com
7:41 o que o caso tivesse feito.
7:43 Por exemplo, com feijão, com grão, com couve,
7:45 como nós sempre gostamos de fazer.
7:47 O que quer dizer com o nome da
7:49 sociedade social, já sei que aqui é onde eu
7:51 compro muitas coisas.
7:53 Não é um pedro,
7:55 mas dois, que seríamos que salvar o mundo.
7:57 E não é este pedro, de cada um de nós.
7:59 O pedro é que cumpre alguma
8:01 associação chamada Influência P,
8:03 que é o que mais eu não conheço.
8:05 E cumprir essa ordem dos alimentos.
8:07 Pois não vale a sua dólar.
8:09 Eu sou isso, o pedro.
8:11 E, na verdade, nós continuamos,
8:13 embora já saibamos disso,
8:15 ao não fazer essa ordem total.
8:17 O pedro é que um parte do nosso próprio
8:19 organismo, ou ciclo,
8:21 o pedro é que o nosso conteúdo total
8:23 do alimento e do feijão
8:25 sejam em uma ordem de 200%.
8:27 Na Europa, nós temos 50%
8:29 de carne de tomate
8:31 e 50% de ovo e espanhol.
8:33 Isso é mau para
8:35 a nossa sociedade, é mau para a
8:37 socialidade política e é mau para a justiça social.
8:39 Essas são 20% de nossa consciência,
8:41 coisa que, depois, do outro lado do mundo,
8:43 vai derrubar as nossas coisas.
8:45 Então, se essa parte
8:47 do nosso organismo
8:49 ataca, pode incomodar-se de maneira
8:51 que eu não
8:53 consigo mesmo compreender.
8:55 E aqui, desculpem,
8:57 eu não era o...
8:59 Eu nem sei fazer uma discussão, mas os policiais
9:01 não entram. Como é que é possível?
9:03 Nós é que estamos fora com isso. Como?
9:05 E todos nós é que estamos. Antes,
9:07 tínhamos um problema que aconteceu antes de nós.
9:09 Antes, tínhamos as nossas casas que nós tínhamos
9:11 fora, os nossos pré-mercados que nós tínhamos fora,
9:13 os nossos produtores que nós tínhamos fora.
9:15 Mas não é a nossa responsabilidade estar em nós.
9:17 Porque o produtor vai ter comida fora,
9:19 e eu reconheço a nossa comida fora, porque nós fizemos
9:21 o pré-mercado e o que é? Não vale a pena.
9:23 A gente está a trabalhar em casa.
9:25 Como é que eu como isso?
9:27 Tem que roubar as...
9:29 Como faço as maçãs? Sim, vale a pena.
9:31 Tem que roubar as maçãs deles.
9:33 Ou, o que eu penso,
9:35 está tudo acontecido
9:37 e eu falo...
9:41 Mas dá. Elas comem.
9:43 Sim, cuidados
9:45 nas suas espelhas dos pré-mercados
9:47 e dos produtores. Já existem
9:49 dividas entre elas com outras espelhas, como é que eu confundo.
9:51 Que nos ajudam a descarregar
9:53 as suas espelhas e alguns espelhos dos produtores
9:55 são trivialmente saborosos
9:57 e empolgantes, porque não é café, não é tudo mais bem.
9:59 Tem também aplicações
10:01 como a Finix, que é tudo tubelo,
10:03 ou óleo. A Finix e tudo tubelo
10:05 funcionam mais ou menos da mesma maneira.
10:07 Vocês podem aproveitar comida
10:09 que tem o dia desde o pré-mercado, que é o café.
10:11 Geralmente é uma coisa chamada MagicBot.
10:13 O que é que é isso? Não gostei de comer
10:15 com as coisinhas.
10:17 Ganhei uma MagicBot sem graça.
10:19 Por quê? Ok, então o que é que vai ser?
10:21 Então, a próxima semana
10:23 eu vou fazer um up-to-date, de coisas diferentes
10:25 e todas as coisas iguais.
10:27 O que eu sempre falo da comida é que se você não arrancar os pré-mercados
10:29 ela se melhora o gosto do pré-mercado.
10:31 A maioria dos pré-mercados também é assim.
10:33 E pronto, solta lá os óleos.
10:35 E eu vou experimentar coisas novas.
10:37 O WinWinWin é mais barato.
10:39 Eu vou experimentar outras coisas.
10:41 Mas não comemos novamente os pré-mercados.
10:43 E o que é que a gente vai perguntar?
10:45 Mas é um clássico.
10:47 Sim, é um clássico.
10:49 Eu vou comer uma vez mais.
10:51 Esse é o gosto clássico.
10:53 O clássico e o iogurte.
10:55 Então, sim.
10:57 Ainda bem que não é a hora de me assaltar com ele.
10:59 Para informar, é óleo.
11:01 E o óleo é definido aqui.
11:03 É o que coloca em cima.
11:05 Divide o açúcar assim.
11:07 Eu tenho um exemplo.
11:09 Estranho, uma espera.
11:11 Eu não sei se tê-la percebido,
11:13 mas tinha uma estranha espera.
11:15 E eu todos os dias, quando era hora,
11:17 via menos porque aqueles não eram capazes
11:19 de ficarem fortes.
11:21 Eu consigo comer aproximadamente 4 centímetros
11:23 por dia de espera.
11:25 Eu salto em casa,
11:27 e sempre fico cansada.
11:29 Quero andar de cima.
11:31 Não posso deixar de andar de cima.
11:33 Então, o que é isso?
11:35 Você não vai conhecer mestras.
11:37 Por exemplo, uma pessoa com maior temperatura
11:39 pode se conatar com aquele jogador, não é?
11:41 Não pode olhar para as mestras,
11:43 que estão lá em cima.
11:45 Uma produção do arco-íris,
11:47 que é a sério.
11:49 E essa aplicação, vocês não têm que
11:51 estar com os vossos cintos e caixas.
11:53 Mas imagina que vocês têm lá as mestras.
11:55 Primeiro, fiquem com o meu número.
11:57 Mas o que é bom?
11:59 O óleo pinta.
12:01 E quem estiver na vossa localização,
12:03 vai lá buscar as mestras.
12:05 E você, assim, consegue evitar a situação mental.
12:07 E você não vai fazer nada com isso.
12:09 O óleo pode ir se caminhar, ok?
12:11 Você não tem que resistir a nenhuma coisa.
12:13 Pense bem.
12:15 E eu sei que a energia é uma coisa
12:17 que é mais difícil de conseguir.
12:19 E o maior é a alimentação.
12:21 Mas,
12:23 podemos fazer alguma coisa a mais para essa energia.
12:25 Podemos aproveitar a planta de blanco.
12:27 Podemos utilizar todos os nossos parques de nutrientes.
12:29 E aqui, nós podemos estar andando, ok?
12:31 Para notar a incidência, eu tenho aqui um cálculo
12:33 que eu fiz com o santinho em pé.
12:35 Eu vou ajeitar umas malas que estão aqui,
12:37 que estão aqui na parede.
12:39 O óleo é para o calor do óleo.
12:41 Vocês têm lá o vosso espetador.
12:43 Digam-me, ok?
12:45 Quero que o calor do óleo seja 24 graus.
12:47 Segundo, liga-se sempre o espectador.
12:49 É o meu álbum.
12:51 É espetacular.
12:53 É um pouco menos de energia e um pouco mais de temperaturas
12:55 no ponto de uso.
12:57 Então, para notar as incidências,
12:59 mais do que isso,
13:01 se eu tenho bem a energia,
13:03 eu deixo-a para trocar.
13:05 Eu tenho muita energia a trocar.
13:07 E, assim, percebem que o meu espectador
13:09 esteve muito triste.
13:11 Ele foi me dizer que não gostava
13:13 de um combustável.
13:15 Eu falei que não gostava,
13:17 mas eu não gostava.
13:19 Então, quando eu vejo
13:21 transportes públicos,
13:23 eu andava de pé, eu andava de bicicleta,
13:25 eu andava de neve, eu andava de pedras,
13:27 eu andava mais barato, mais descansado.
13:29 Você pode perceber que eu tenho uma filha de dois anos.
13:31 Na casa, são dois adultos,
13:33 uma criança, dois gatos e um copo.
13:35 Um copo,
13:37 que é a quantidade da nossa empresa todos os dias,
13:39 eu ando de bicicleta.
13:41 Não é de bicicleta ou de bicicleta,
13:43 é comida das coisas, não é água,
13:45 e eu vou sozinha, não me explica.
13:49 Quem sabe tem cinco horas por ano a jogar o copo?
13:51 Vim cinco horas por ano.
13:53 Todas as vidas eu faço por o seu óleo.
13:55 Os meus amigos têm cinco horas por ano.
13:57 O meu rapaz tem cinco horas por ano.
13:59 As crianças, as minhas crianças têm cinco horas por ano.
14:01 Absoluar todos os dias da minha vida.
14:03 Aliás, os homens vão para casa de bicicleta,
14:05 porque eles não devem desistir para ir ao médico.
14:07 Então, quando eu digo que sejam baratos,
14:09 geralmente são coisas que
14:11 não vêm bem na parede.
14:13 E, por último,
14:15 para não soltar água,
14:17 eu vou acabar com este tema
14:19 que é um de meus temas preferidos.
14:21 Porque nós temos que ter muita coisa na vida,
14:23 e se não tivermos muita coisa na vida,
14:25 não haverá água, nós morremos.
14:29 O que falta-se ao medicinal
14:31 é que nós transformamos-nos nos cabelos,
14:33 em forma.
14:35 É uma coisa muito longe do meu corpo.
14:37 É uma coisa muito longe do meu corpo.
14:39 E, apesar de estar muito longe do meu corpo,
14:41 não é possível.
14:43 Não é possível, não.
14:45 Não é possível transformar-me em cabelo,
14:47 em outra coisa.
14:49 Mas eu tenho água.
14:51 Então, nós temos uma coisa maravilhosa
14:53 chamada 5-0
14:55 de ter de água.
14:57 Este 0 é mais 0
14:59 do que a grande parte do contenente que temos.
15:01 É só.
15:03 Este 0, isso nós vamos dizer
15:05 a 25 litros de água por dia
15:07 entre 2020 e 2040.
15:09 E nós vamos falar aqui.
15:11 Ok?
15:13 25 litros de água por dia é perfeita.
15:15 Nós vamos ter
15:17 25 litros de água por dia no nosso corpo.
15:19 Mais ou menos bastante, eu vou dizer.
15:21 Então, o que é o que eu vou pegar
15:23 neste banheiro? Já são 10 litros de água
15:25 por minuto.
15:27 Uma coisa mais super-papaz,
15:29 super-félice.
15:31 5 litros de água por minuto.
15:33 Para tomar banho, 15 litros de água por minuto.
15:35 É muito fácil,
15:37 num banho de 5 minutos,
15:39 gastar 50 litros de água.
15:41 É o dobro do que vamos ter para nossos bebês hoje.
15:43 É incrível.
15:45 Eu podia deixar aqui uma canção em 5 coisas
15:47 muito fáceis de fazer em relação à água,
15:49 porque talvez não tenha algo que me preocupe.
15:51 A maior parte da água é do gasto que está na agricultura,
15:53 que são os fundamentais elementos para a alimentação.
15:55 E também a consequência de nossas causas.
15:57 Nós temos que estudar os meios contribuintes
15:59 para a supermédio,
16:01 para a perda de águas próximas.
16:03 Então, borrar a água de que eu tiro banho.
16:05 Se a minha água tem fria, se eu tenho canavagem,
16:07 a minha água não é coisa esta
16:09 que eu posso parar a aliviar.
16:11 Então, ela tem a aliviar.
16:13 E esta água fria, ela é o que sobra,
16:15 não é fria nenhuma.
16:17 Ela não machuca.
16:19 Ela sobra.
16:21 A segunda é o estalagem do seu estalagem.
16:23 A maior parte das máquinas, apenas,
16:25 faz o estalagem, mas faz a sua parte
16:27 a consequência diferente da água.
16:29 A primeira coisa é a máquina de lavar a louça.
16:31 Eu sei que essas pessoas não podem ficar
16:33 para falar, espera aí.
16:35 Como assim, uma máquina de lavar a louça é melhor
16:37 do que outra coisa antiga?
16:39 É. Porque a máquina de lavar a louça,
16:41 ela faz 2 litros de água por pico.
16:43 A água não. Em qualquer lugar, está ajudado.
16:45 1 litro, 1 litro, são 2 litros.
16:47 São 2 litros.
16:49 A terceira é reutilizar
16:51 água para o potejo.
16:53 Isso é quando eu avoro o banho,
16:55 se não avoro o canto do meu banho.
16:57 Aqui é mais fácil.
16:59 Mas eu não entendo muito o que é canto do banho.
17:01 Ou canto do banho.
17:03 Nós, normalmente,
17:05 nós cantamos banho, nós temos tabaco e flores
17:07 no início. Nós, o solitário,
17:09 já estamos dizendo essa palavra,
17:11 então, reutilizar essa água
17:13 para tomar alguma coisa, sim.
17:15 E espera, é suficiente o consumo de alimentos,
17:17 como é provado pela América.
17:19 Toda vez que vai ter um pescado de vacas,
17:21 ou alguém te vai dizer, um alimento dessa
17:23 maneira é um pescado de vacas. Mentira.
17:25 Eu sou um alimento especialista.
17:27 A coisa que eu gosto mais do que a outra
17:29 é o churrasco.
17:31 Suficiente o consumo de churrasco.
17:33 É o alimento com a maior caralha indireta.
17:35 E associado a problemas sociais, em horas.
17:37 E por isso,
17:39 eu gosto muito
17:41 de comer.
17:43 E também, eu gosto muito
17:45 de ver alguma coisa que eu não quero.
17:47 E por isso,
17:49 eu acho que é muito importante
17:51 você fazer isso.
17:53 Porque, na verdade,
17:55 é muito melhor
17:57 que você não come.
18:01 E é isso, pessoal.
18:05 Obrigada.
18:09 Legendas pela comunidade Amara.org

Pegada Ecológica - Catarina Barreiros

Descrição

Na palestra "Pegada Ecológica", Catarina Barreiros leva-nos a refletir sobre a nossa responsabilidade ambiental e como pequenas mudanças na alimentação e no nosso estilo de vida podem fazer a diferença. Com um tom leve e divertido, oferece-nos insights sobre como todos podemos contribuir para um futuro mais sustentável.

Resumo

Catarina Barreiros inicia a sua apresentação partilhando a sua paixão pelo estudo e a curiosidade que a move a explorar questões relacionadas com a sustentabilidade. Ela salienta a importância da consciência ecológica, especialmente no contexto da desigualdade e da comunicação. A palestrante destaca que a atmosfera é fundamental para a vida, mas que a pressão pós-industrial tem causado um aumento alarmante nas emissões de poluentes. Através da sua abordagem, ela reitera que, como seres humanos, somos parte do ciclo ecológico e que as nossas ações têm um impacto direto no meio ambiente.

Ao longo da palestra, Catarina aborda a importância de mudar os nossos hábitos alimentares. Ela menciona a necessidade urgente de repensar a forma como consumimos, propondo alternativas que sejam mais sustentáveis e que ajudem a mitigar as emissões. Ao citar exemplos de aplicações que promovem a redução do desperdício alimentar, convida a audiência a tornarem-se mais conscientes e ativos nas suas escolhas diárias.

Finalmente, a palestrante conclui enfatizando a relevância da água e como o seu consumo excessivo pode afetar a sustentabilidade. Ela partilha dicas práticas para reduzir o desperdício, como o uso eficiente de recursos em casa e reforça a ideia de que a mudança começa em cada um de nós. Catarina motiva os jovens presentes a não desanimarem face à magnitude do problema, mas a verem como pequenas ações podem gerar grandes impactos.

Comentários

Os comentários são moderados, tendo o 3MN o direito de não publicar se não for oportuno ou se o conteúdo não estiver adequado.