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Boa tarde, quando eu nasci, e é suposto haveria uma fotografia de eu a nascer, Timor-Leste
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tinha acabado de ser invadido pela Indonésia, um mês e meio antes, poucos dias depois
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ter declarado a independência unilateral do país, seguiram-se para mim ótimos 24
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anos de vida, com acesso a todas as oportunidades e possibilidades. E para Timor-Leste foram 24
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anos de sofrimento, de ocupação indonésia, de morte, estima-se que cerca de 200 mil pessoas
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foram mortas ao longo de 24 anos de ocupação, de dificuldades a vários níveis que tornaram
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muito difícil alguém construir uma vida boa, com oportunidades, com aquilo que ela
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quisesse construir para a sua vida, ao contrário do que eu pude fazer. Talvez por essa coincidência
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de nascimento com o nascimento de Timor, eu sinto preocupado com as questões de Timor.
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Esta era a minha pasta que eu usava para ir para a escola no final do secundário, que
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tinha de um lado o mapa de Timor, do outro lado, juntos venceremos ou Timor venceremos,
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com um detalhe, uns contadores de quantos dias tinham passado desde a invasão de Timor
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e quantos dias tinham passado desde o massacro de Santa Cruz, que faz na terça-feira, a
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hora de segunda-feira, 27 anos de ter acontecido. Quando eu pela primeira vez fui a Timor em
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2003, foi assim uma energia incrível, tive descargas energéticas ao avistar de ali pela
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primeira vez, sentindo que finalmente podia contribuir para aquele país ao qual eu desejava
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contribuir. Isto não está funcionado, se alguém me puder ajudar, porque esse pode ser
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mais dinâmico. Obrigado.
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Esta é a minha primeira vez que vi de ali, tipo descargas pelo corpo inteiro e fiquei
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feliz de poder contribuir para o país. Dez anos depois, em 2013, há cinco anos,
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decidi mudar-me para Timor, já como a carga acadêmica e profissional mais completa,
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tinha feito um curso de engenharia física no técnico, uma estrada de gestão de esporto,
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um Master in Business Administration, em inglês sou mais sexy, no INSEAD, uma das melhores
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escolas de negócios do mundo, tinha trabalhado em duas empresas de consultoria famosas e
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transnacionais e era professor no INSEAD e na Likonia School, que é a melhor escola
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da Administração Publicada. Então eu sentia que vou poder contribuir muito para Timor,
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certamente vou poder ensinar muito, mas o que eu quero aqui partilhar não é o que
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ensinei, que eu não sei se ensinei alguma coisa, mas é aquilo que eu aprendi, aprendi
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com os estimorenses e em particular com um grupo de jovens um pouco loucos e irredutíveis,
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com quem trabalha no projeto da Sport Impact, um projeto de desenvolvimento humano
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através do desporto, são eles aqui, a equipa e mais outros milhares de jovens pelo país fora
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e que eles são sim, quem me tem evido ensinar várias lições ao longo desses últimos
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anos em Timor, que eu quero aqui partilhar. Uma primeira pergunta para vocês é,
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quem aqui já roubou alguma coisa hoje? Não consegui ver toda a gente, mas alguém
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se acusa, alguém já roubou alguma coisa? Ainda não, temos aqui uma sala cheia,
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1.700 pessoas e ainda ninguém roubou nada. Aí uma pessoa que já roubou.
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Bom, eu aprendi a roubar em Timor e aprendi a roubar com a Virginia.
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A Virginia veio fazer uma entrevista comigo há quatro anos no dia de São Valentim,
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que nós celebramos anualmente porque termos-nos conhecidos nesse dia,
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sem ciúmes para a minha mulher, e quando eu lhe perguntei o que que ela queria fazer
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na Sport Impact, porque o que que ela queria trabalhar com nós,
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ela disse, eu estou aqui para roubar o vosso conhecimento.
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Ela zoou mesmo este verbo, roubar. Nao, em Tétum, estávamos a falar em Tétum.
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E eu na altura entendi, ok, ela gosta de aprender. Ótimo, nós queremos pessoas
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a trabalhar com nós que gostam de aprender. O que eu não percebi foi quando uma obcecada
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e com ladra ela é aprender e a roubar de tudo e de todos.
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E ela aprende não para se enriquecer ela própria, mas para aprender a aplicar
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aquilo que aprende e passar aos outros aquilo que aprendeu.
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Com o espírito de generosidade incrível, muito inspirador, ela não guarda nada.
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É tudo para dar aos outros. E muito grata, sempre a agradecer de todos
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de quem roubou. Então fica aqui o convite para todos aqui na sala.
4:29
Espero que já tenham roubado muito hoje, conhecimentos, experiências, ideias,
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perguntas e continuei a roubar hoje, amanhã, por toda a vida,
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com essa ideia de depois poder partilhar com os outros aquilo que roubaram.
4:43
Deixem-me mostrar-vos aqui uma imagem do que eu ensino em Timor-Leste.
4:47
Vou por aqui um vídeo curto para verem como é uma sala de aula em Timor-Leste.
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É minha escola primária e não era assim, não sei se a você era.
5:31
Bom, feliz ou infelizmente as crianças conseguem se entreter e ser felizes e alegres
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com muita coisa e com poucos recursos, neste caso com as carteiras, com elas próprias, com a voz.
5:40
Era uma manhã talvez normal numa escola primária e nos arredores de Dili,
5:45
em que as crianças estavam sentendo as crianças dentro da escola e havia um único adulto,
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cuja missão era garantir que o portão da escola estava fechado para nenhuma criança poder sair.
5:55
Não havia professores, estava eu também, além desse adulto e outros facilitadores
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da Sport Impact organizar atividades esportivas, mas as crianças não tinham nada estruturado para fazer.
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Eu sei o pátio da escola onde o sol estava forte e pude os meus óculos escuros
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e fiquei feliz de ter os óculos escuros e estava um bocado envergonhado
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porque começaram a cair lágrimas dos olhos, a pensar na injustiça ou na desigualdade que é
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nascer em Timor ou nascer em Portugal ou em outro sítio em que sabemos que vamos à escola
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e todos os dias temos alguém que gosta de nós, que nos quer ensinar, que nos ajuda a desenvolver
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e que nos leva da oportunidade para andar com a vida para a frente.
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Em Timor-Leste não é assim e este sistema gera pessoas como a Silvina.
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A Silvina foi trazida pela Virgina para a Sport Impact
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porque a Virgina falou tão bem da Sport Impact que ela quis vir
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e foi voluntária a tempo inteiro durante dois meses na Sport Impact.
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No final desse período, eu estava um bocado conversado de que ela estava se satiada de ser voluntária a tempo inteiro
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sem ganhar um salário que a Virgina tinha e perguntar-lhe o que ela estava achando da experiência
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e ela disse para a minha surpresa, não há forma de agradecer à Sport Impact
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tudo aquilo que eu já recebi e tudo aquilo que eu aprendi.
7:10
Se eu estivesse na universidade, não estaria a aprender muito e teria que pagar para andar lá.
7:16
Aqui eu aprendo todos os dias o tempo todo e é gratis.
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A Sport Impact é a minha universidade.
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Mais recentemente ela partilhou que antes da Sport Impact ela não tinha sonhos.
7:28
Ela estava em casa, cuidava dos irmãos como se fosse mãe porque a mãe faleceu cedo
7:34
com o dinheiro que o pai envia de um outro distrito onde trabalha
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e o dia a dia dela era água, comida, roupas, tratar da casa
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sem pensar que outras coisas ela poderia construir.
7:45
Hoje em dia ela é a segunda facilitadora-mestre do nosso projeto em Timor-Leste
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e inspira milhares de outros jovens que o projeto
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e também entretanto a região-emprego remunerado bem acima do que seria normal
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para as competências ou o currículo dela, não as competências, que são ótimas
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a educar outras jovens sobre saúde sexual e reprodutiva.
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Ela trabalha na nossa missão de desenvolvimento humano através do desporto
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que consiste em passar do desempoadoramento de eu estar assim na vida
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a pensar que não posso fazer nada, tenho que vir o governo salvar-me
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a uma ONG, talvez as Nações Unidas, a Sport Impact
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para passar um estado de empoderamento.
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Eu sou dono da minha vida, eu crio a vida que quero e a vida que quero com os outros
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e crio o mundo que desejo.
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Então estamos a criar esta rede de jovens por todo o Timor-Leste
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empoderados com vontade de construir uma nação forte, com energia
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e que quer nem fazer acontecer muita coisa.
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Gostamos muito desta situação do Harry Ford, que é penses que consegues
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ou penses que não consegues, estás certo.
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Nós preferimos acreditar que conseguimos.
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Espero que vocês também decidem acreditar que conseguem.
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Então esta primeira lição é este Nuno, empoderte.
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Importa-te com alguma coisa, sonha, acredita, toma responsabilidade
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e faz alguma coisa acontecer no mundo.
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Mas quando queremos fazer acontecer, há várias dificuldades.
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Uma primeira é o dinheiro.
9:18
E está aqui este, oh, não tem dinheiro.
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Ah, quando eu tiver dinheiro, quando eu tiver poupanças, quando eu puder não trabalhar,
9:24
quando alguém me der uma bolsa de trauma ou coisa.
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Eu perdi nas escolas negócios que uma boa empresa está sempre a crescer.
9:31
Mas aqui está o orçamento do Anual da Sport Impact,
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em cada livro, como podem ver.
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Estamos preocupados? Não.
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Na verdade faz parte desta nossa filosofia de zero dólares.
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Com ou sem dinheiro, se queremos gerar impacto, fazemos acontecer.
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E isso significa, por exemplo, em termos materiais desportivos,
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criar materiais a partir do lixo, recursos naturais, paus de bambu,
9:55
garrafas de água de plástico, caixas de cartão,
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e assim se cria equipamento desportivo de todos os tipos.
10:02
O outro desafio são os recursos humanos.
10:05
E aqui vocês já conheceram...
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A G e a Z.
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Elas, no ano passado,
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tinham um salário na Sport Inba para fazer a sua função
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e eram as grandes alimentadoras do projeto.
10:26
E elas vieram comunicar uma certa altura,
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decidimos passar a ser voluntárias.
10:31
Ah, como assim?
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Onde é que você ouviu alguém falar, ter um salário e decidir,
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não, eu não quero ter salário, vou passar a ser voluntária.
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E continuar a fazer o mesmo trabalho que fiz sempre.
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Vontária é alguém que faz coisas com muita vontade,
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na verdade não importa se tem salário ou se não tem salário,
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o que importa é a vontade com que faz as coisas,
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como a própria palavra indica, voluntária.
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Em timor isso significa desbravar caminhos, subir montanhas,
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cargar coisas às costas para levar o projeto para todas as partes do país.
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Isto tudo foi feito com muita alegria, muita energia,
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com vontade de dar aos outros aquilo que eles receberam através do projeto.
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O outro, a dificuldade que temos às vezes,
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é decidir o que nós temos vontade.
11:24
Alguém falou aqui de qual é a minha paixão,
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o que é que eu quero fazer com a vida,
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eu estava aqui no empreendedorismo e era um pouco essa parte da discussão,
11:31
e eu proponho que vocês façam este teste,
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o teste do milhão de euros aos dos mil milhões,
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uma quantia infinita que vocês possam ter na conta bancária,
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e perguntem-se, o que é que eu faria se eu tivesse
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as minhas necessidades materiais financeiras cobertas?
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Não teria preocupações financeiras?
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Aquilo que vocês responderem a essa pergunta,
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é provavelmente aquilo que vocês devem estar a fazer agora,
11:51
na filosofia dos zero dólares,
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não esperar por terem o milhão de euros aos mil milhões de euros,
11:56
mas fazer já aquilo que vocês querem fazer.
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Outro desafio de implementação é a complexidade.
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Quando tivem timor em 2003,
12:04
em três meses escrevi um manual de gestão de esportiva,
12:06
uma bíblia para clubes e federações esportivas,
12:08
de 150 páginas,
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com tudo o que uma profederação tem que saber para ser gerida.
12:12
Muito orgulhoso este trabalho.
12:14
Fui fazer o workshops com os timorenses,
12:17
líderes de federações esportivas,
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e percebi que o meu trabalho tinha sido inútil.
12:21
Estava tudo muito complicado, não era nada prático,
12:23
e ninguém conseguia fazer nada com aquilo.
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Nos últimos três, quatro anos, em particular com a Virginia,
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têm andado a desmontar tudo isso e a simplificar.
12:30
E a criar Matadalans, que são guias,
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de uma palavra em teto, o que nós gostamos muito,
12:34
para todos os temas de gestão,
12:36
como fazê-los em três ou quatro passos,
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como fazê-los simples e implementá-los já.
12:41
Vamos fazer um teste.
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Vocês podem, depois, consultar isto,
12:45
se quiser, no manual Support for Luck.
12:47
Está online, em várias línguas disponíveis,
12:49
para quem quiser ver.
12:50
Vamos fazer aqui um teste,
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a ver se vocês estão prontos a fazer.
12:54
Toda a gente tem uma caneta,
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ou talvez um telemóvel,
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qualquer coisa que possam pôr aí na mesa,
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à vossa frente.
13:00
Vou pôr aqui os meus óculos.
13:03
Podem pôr no colo,
13:05
ou na mesa, se tiver uma mesa,
13:07
mas não podem tocar com as mãos, ok?
13:09
E agora vamos fazer o seguinte,
13:10
vamos tentar apanhar essa coisa,
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esse objeto, esse telemóvel,
13:13
caneta, óculos.
13:14
Vamos tentar.
13:15
Vá lá, tentem apanhar isso.
13:17
Só tentar, não vale apanhar.
13:20
Estão a tentar?
13:22
Frustrante?
13:23
Agora apanha.
13:25
Mais fácil, não é?
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Nós, na Support for Luck, abolimos o verbo tentar.
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Não vale tentar nada.
13:31
Ou fazemos, ou não fazemos.
13:33
Vocês talvez conheçam
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esta citação do grande guru, Mastrioda.
13:36
Faz, ou faz não,
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tentar não existe.
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Mastrioda é famosa em todo o Timor-Leste,
13:41
graças a esta citação,
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que nós levamos para todas as partes.
13:44
Então a segunda lição é esta, simplifica.
13:46
Torna fácil, prático,
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executível,
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faz já aquilo que queres fazer.
13:51
Não esperes por amanhã.
13:52
Se é difícil fazer,
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então tens que simplificar.
13:55
Se não tens dinheiro,
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então faz sem dinheiro.
13:57
Não tens recursos humanos,
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mas faz o que tens, que és tu.
14:03
A terceira lição
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que eu queria partilhar
14:05
tem a ver com este fórum, aqui,
14:07
este evento,
14:08
que é esta pergunta
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de 3 milhões de nós.
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Primeiro, me convidaram,
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pensei mais que 3 milhões.
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Quem é que são esses 3 milhões
14:15
e quem é que somos nós?
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E eu acho que essa, talvez,
14:18
seja a pergunta mais fundamental
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que nós nos podemos fazer,
14:20
é quem somos nós,
14:22
quem considero eu nós.
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E nós podemos chamar nós
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de várias formas.
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Em timor, há duas palavras para nós.
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O AMI, que é o Nós Exclusivo,
14:32
nós aqui, os organizadores,
14:34
organizamos este evento
14:35
para vocês aí, plateia.
14:37
E o ITA, que é o Nós Inclusivo.
14:39
Nós todos estamos aqui
14:40
a trabalhar juntos
14:41
para nos inspirarmos
14:43
e para construirmos um mundo melhor.
14:44
Eu convido-nos a sermos mais inclusivos.
14:46
E é passado do nós mais estático,
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que sou só eu,
14:49
para um nós que inclui mais pessoas,
14:51
a minha família estendida, talvez,
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o meu bairro,
14:54
a minha cidade onde eu moro,
14:56
o país onde eu moro,
14:58
o planeta,
15:00
o sistema solar, o universo
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e poder chegar
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também aos animais, talvez,
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tivemos aqui pessoas a falar dos animais,
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da terra, do ar, do mar,
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os vegetais.
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E não só os que existem hoje,
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como os que existiram ontem,
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e vão existir no futuro.
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Não sei se alguém já ouviu falar
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da tecnologia 7G.
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A tecnologia 7G foi inventada
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pelos índios hierokesos da América do Norte,
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que quando tomam uma decisão importante
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para o seu povo, eles pensam
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como é que essa decisão vai afetar
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os filhos, dos filhos, dos filhos,
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dos filhos, dos filhos dos meus filhos.
15:33
Ou seja, sétima geração a partir de mim.
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E só quando eu considerei
15:37
essa gente toda que para e bem,
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que não existe hoje,
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é que eu tomo uma decisão consciente
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das implicações dessa decisão.
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Na Sport Impact,
15:45
isso significa levar o projeto
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esporto para a vida, para o país inteiro.
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Significa criar uma rede
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de supervergínias
15:53
que formam super silvinas e super
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tinos e super paus e outros superes
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por aí fora.
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Para quem gosta de matemática,
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é uma rede em cadeia.
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E para fazermos isso,
16:02
há um exercício que nós gostamos de fazer
16:04
que eu vos convido a fazer aqui e agora,
16:06
que é dar hi-fives às pessoas.
16:08
É uma ótima forma de muito tempo de cá energia.
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Então, proponho que vocês olhem para o lado,
16:12
se quiserem levantem-se,
16:13
e venhem hi-fives ou hi-tens.
16:15
Aí eu peço lá a vossa volta.
16:23
Acabem.
16:25
Obrigado.
16:27
Então, a terceira e última lição
16:29
é esta, multiplica.
16:31
Inclui mais pessoas no teu nós,
16:33
no meu nós.
16:35
Energiza-os, inspira-os.
16:37
Transmita essa energia,
16:39
infecta-os com vírus positivos.
16:41
E para quem está com dificuldade
16:43
em roubar esta apresentação,
16:45
estão aqui, em resumo,
16:47
as três lições.
16:49
Empodera-te.
16:51
Simplifica para fazer acontecer já.
16:53
Não espero por amanhã.
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E multiplica esse efeito por mais gente.
16:57
Então, fica aqui o convite.
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Bora lá criar a vida e o mundo que desejamos.
17:01
Obrigado.